// Dia 24 de Abril | Terça-Feira
Muros do Dragão do Mar
15:00H | Sem Título | KSIM | Arte Urbana

Cofundador do grupo de grafitti e intervenção urbana GP ARTE e do coletivo A VOZ DA PERIFERIA, atuante em sua maior parte no grande Bom Jardim, a mais de 13 anos. Realizando arte em painéis pela cidade, bem como oficinas e intervenções. Tem como parceiros as comunidades, escolas, ONGs, grupos e coletivos artísticos, prefeituras e centros culturais de Fortaleza e cidades do interior, bem como Itaitinga,
Guaramiranga e Canindé. Já tendo uma exposição intitulada Ciclos Reciclando Conceitos na galeria do CCBJ, aparelho cultural esse que deu suporte as oficinas de grafite do projeto Jardim de Gente, onde atualmente repete o projeto pelo mesmo equipamento.
Trabalhando com aerografia e grafitti na parte de customização pintura e comunicação visual, com painéis, faixas, vitrines, pinturas 3-D, placas, quadras
esportivas, estacionamentos e fachadas em escolas, casas e apartamentos, ETEs (estações de tratamento de esgoto), comércios, quarto infantil, etc.      
Participante de eventos de Grafite locais como o festival de arte urbana Concreto, hoje ministrando oficina de grafite pelo CCBJ.

Muros do Dragão do Mar
15:00H | Pertenencia | Felipe Figueroa | Arte Urbana

Filho de professora de arte e professor de matemática, desde cedo manifestou interesse e desjo pela atividade criativa. Participou e ganhou vários concursos, destacando-se o segundo lugar internacional na competição Pacifico Mare Nostrum, quando tinha 13 anos.

Com 15 foi convidado para participar das oficinas juvenis de Color Joven em Puerto Varas, Chile, onde conheceu o poder expressivo da arte em diferentes plataformas. Também morou nos EUA, onde estudou desenho, pintura renascentista e figuras humanas. De volta a Valparaíso, Chile, retoma seus trabalhos em parceria com outros artistas locais.

Em 2016, junto a outros colaboradores, criou o Taller La Mancha, lugar de  encontros, desenvolvimento e exposições artísticas. 

Muros do Dragão do Mar
16:00H | Abaixo | Felipe Yarzon | Arte Urbana

Publicitário que desde 2012 faz intervenções com stencils em Fortaleza e também por outras cidades do Ceará. Com frases bem humoradas, críticas e românticas, Yarzon chama atenção nos muros e sinais da capital. 'Sinal fechou? Lembra do cheiro dela' e 'Buzina não educa mas tange jumento' são algumas das intervenções mais memoráveis do artista.

Na Maloca, ele apresenta 3 obras:

1968 1968 - Meio século depois do ano que não terminou, vemos a história repetindo. Se em 1968 calaram a voz de Luther King, 2018 calou a voz da Marielle Franco. E para mudar essa situação só há uma saída: gritar nunca mais.

Abaixo -  "Abaixo a ditadura" foi um das primeiras pichações do país. Reproduzir essa mensagem é um jeito de homenagear a todos que sofreram, desapareceram e foram mortos durante esse período tão triste da história brasileira.

Safra -  Censura, morte e tortura. 1968 foi o ano de uma safra cheia de preconceito, ódio e, ao mesmo tempo, de protestos em todos os lugares do mundo.

 


 

Muros do Dragão do Mar
17:00H | Pink Pelé Beijando o Mundo | Wonkla | Arte Urbana

Artista urbana #WONKLA traz para o MALOCA a série Pink Pelé Beijando o Mundo como estratégia de valorização da memória de Cearenses que lutaram pelos direitos humanos no nosso país, pela preservação da memória imaterial das minorias raciais, culturais, políticas - uma 'colagem manifesto' em tempos de absurdos políticos, às vésperas das eleições e da Copa do Mundo. Manifesto pela valorização primordial da cultura, da arte e do acesso universal à educação nesse país que é conhecido internacionalmente como 'O país do Futebol'. A proposta contrasta com a comicidade da ideia inicial das colagens que criou há quase 10 anos com o amigo Luis Bueno, em que propunha uma apropriação da famosa foto do grande ídolo do futebol brasileiro beijando Muhammad Ali, trocando o grande boxeador por figuras como a Lady Gaga, o C3PO do Star Wars.

Cineteatro São Luiz
19:00H | | 66 Cinemas | Cinema
66 CINEMAS
DIREÇÃO: PHILIPP HARTMANN
ALEMANHA, 2016, 98MIN, DCP
Sinopse: No processo de tentar fazer com que seu longa-metragem anterior conseguisse ser exibido ao longo das distintas regiões da Alemanha, de maneira independente, Philipp Hartmann descobriu um universo de pequenas salas e donos de cinema que enfrentam a realidade de uma indústria que cada vez mais preza a uniformização e a automação. Exibindo um filme, ele acabou realizando o seu seguinte.
 
 

// Dia 25 de Abril | Quarta-Feira
Muros do Dragão do Mar
09:00H | sobrevivência dos vaga-lumes | Maíra Ortins | Arte Urbana

Possui Graduação em Letras  pela Universidade Federal do Ceará (2006). De 1995 a 1998, estudou desenho, pintura e escultura em argila pela Escola de Arte do Recife. Tem formação em gravura pelo Instituto Dragão do Mar. De 2005 a 2008 foi  diretora da Galeria Antonio Bandeira. Entre 2008 a 2012 foi Coordenadora de Artes Visuais da Secultfor ? Secretaria de Cultura de Fortaleza. Participou de vários salões e exposições coletivas e individuais pelo Brasil e exterior. Fez individual em Barcelona e Madrid, Espanha em 2011. Individual em Nürnberg, Alemanha, 2012. Ambivalencia del Cuerpo Imaginário (com Cirenaica Moreira), cidade de Havana, Cuba, 2013. Residência artística em Recife, no Museu de Arte Moderna Aluísio Magalhães ? MAMAM, 2012. Residência artística em Valência, Espanha, dezembro a março de 2014-2015, pelo programa de bolsas de intercambio cultural Conexão Cultural Brasil ? minc. Residência artística em Recife, na Semana de Artes Visuais ? SPA, 2009. Prêmio de pesquisa em artes visuais DERIVA ? pelo IX Edital de Incentivo às Artes da Secult -CE- Brasil, 2014. Prêmio desenho Unifor Plástica, 2009. Sua obra consta em acervos importantes de museus brasileiros e em instituições públicas no estrangeiro. Tais como: Galeria Graça Landeira, Belém do Pará -Brasil; Museu de Arte Contemporânea do Ceará, Fortaleza -Brasil; Centro del Estudios Jiloca Teruel ? Espanha; Graphic Art Gallery, Varna -Bulgária; Asociacion de artistas graficos Luiza Palácios ? Venezuela; Universidade The Iowa ? USA; Centre Catolic/ Institut de Cultura de Ciudad D?Olot ? Espanha; Art Museum Timisoara -Romênia; Museu Nacional de La Paz ? Bolívia.

Arena Dragão do Mar
16:00H | Sem Título | Ise Araújo | Arte Urbana

Durante sua graduação em Artes Visuais pelo IFCE tornou a prática artística constante, fez intervenções com ?lambe? pela cidade de Fortaleza, daí partiu para sua primeira exposição individual e participou de coletivas junto a outros artistas e também fazendo parte do Coletivo Monstra, passeia com trabalhos no universo lúdico do Circo e parques de diversão, metaforizando a vida com seus riscos e risos.

Muros do Dragão do Mar
17:00H | CORES DA RUA | Abaporu | Arte Urbana

O Coletivo Abaporu Produção e Cultura nasceu em 2017 e seu propósito virou realidade: a produção de cultura, principalmente ligada as artes visuais, que tem como foco um público sem idade limite; que gosta de viver e está presente nas manifestações culturais de Fortaleza. Através da fotografia, a publicitária Úrsula Vasconcelos, em parceria com o fotógrafo Lucas Dantas, irá capturar o brilho , as cores e a força das militantes e dos militantes das minorias LGBT da cidade. Mostrando ao público, que, além da luta diária pela igualdade , respeito e direitos morais e civis, são seres humanos interessantíssimos, engajados e que têm um amor inenarrável pela vida.

 

Cineteatro São Luiz
19:30H | Coletivo Complexo Duplo | Cabeça | Teatro

Oito homens em cena, numa formação que alude a uma banda de rock, executam todas as canções do álbum Cabeça Dinossauro, dos Titãs, permeadas por cenas e projeções que desenham um painel dos acontecimentos emblemáticos nacionais e mundiais dos anos 1980 e dialogam com imagens e referências do Brasil e do mundo nos tempos atuais.

Theatro José de Alencar
21:00H | Balé Teatro Castro Alves | LUB DUB | Dança

Lub Dub é a coreografia que o sul-coreano Jae Duk Kim criou para o Balé do Teatro Castro Alves, aproximando a cultura sul-coreana e a africana.

Direção Artística: Antrifo Sanches

Assessoria Artística: Dina Tourinho

 

Ficha Técnica LUB DUB

Coreógrafo: Jae Duk Kim

Concepção e Criação da Trilha Sonora: Jae Duk Kim

Assistentes de coreografia: Ticiana Garrido

Design de Luz: Irma Vidal

Concepção do Figurino: Jae Duk Kim

Figurinista: Zuarte Jr.

Operação de Luz: Leonard Henrique e Thelma Gualberto

Operação de Som: Roberto Tavares

Assessoria Técnica Geral: Leonard Henrique

Dançarinos: Douglas Amaral, Felipe Silva, Leandro de Oliveira, Leonardo Muniz, Loretta Pelosi, Luíza Meirelles, Mônica Nascimento, Solange Lucatelli, Taís Alves e Tutto Gomes.

Performance vocal: Gilmar Sampaio

Porto Dragão
22:30H | Grãos de Imagem | Vaga Carne |

Vaga Carne é um solo de Grace Passô, que também assina o texto do trabalho. A peça é um campo de jogo entre palavra e movimento, onde um corpo de mulher vive a urgência de discurso, à procura de suas identidades e de pertencimento. Em sua narrativa, uma voz errante, capaz de invadir qualquer matéria sólida, líquida ou gasosa, resolve, pela primeira vez, invadir um corpo de mulher e, a partir dessa experiência, narra o que sente enquanto sujeito, o que finge sentir, o que é insondável em si, o que sua imagem é para o outro, sonda o que significa um corpo enquanto construção social. Vaga Carne inaugura o Projeto Grãos da Imagem, que reúne peças em torno de temas identitários. Nela, Grace Passô reuniu uma equipe de criação formada por antigos parceiros de trabalho, como é o caso de Nadja Naira (artista curitibana, integrante da Companhia Brasileira de Teatro), Kenia Dias (professora e bailarina residente em São Paulo, Ricardo Alves Jr. (cineasta e diretor de teatro belorizontino) e Nina Bittencourt (socióloga e produtora cultural).
A peça estreou no Festival de Curitiba de 2016, integrou a programação dos Festivais TREMA! (Recife, PE), Melanina Acentuada (Salvador, BA), Porto Alegre em Cena (RS), Festival de Vitória (ES) e realizou temporadas no Rio de Janeiro (Sesc Copacabana e Teatro Glaucio Gill), em São Paulo (Sesc Pompeia e Caixa Cultural) e Belo Horizonte (Sesc Palladium). Dentre os prêmios e indicações que o trabalho recebeu, estão: APTR, Prêmio Shell RJ, Prêmio Cesgranrio, Prêmio Questão de Crítica RJ e Prêmio Bravo!


// Dia 26 de Abril | Quinta-Feira
Muros do Dragão do Mar
15:00H | Sem Título | Charles Lessa | Arte Urbana

Charles Lessa é artista visual da cidade do Crato, na região do Cariri cearense. Estudante de Artes Visuais da Universidade Regional do Cariri/URCA. Participou do #4 Concreto - Festival Internacional de Arte Urbana em Fortaleza/CE, 2017. II Ponte entre Nortes, Sobral/CE, 2018 e do BTC - Bahia de Todas as Cores - Festival de Graffiti, 2018.

Cinema do Dragão
16:30H | | O Fundo do Ar É Vermelho | Cinema

As esperanças e as decepções suscitadas pelos movimentos revolucionários de 1968 no mundo inteiro. Do regime chinês ao cubano, passando pela Primavera de Praga, até os movimentos estudantis e operários franceses. Chris Marker ressalta que não se pode simplificar o que nada tem de simples: as manifestações populares, os movimentos da política, os rumos incertos da História e da sociedade.
 

Ruas no entorno do Dragão do Mar
18:00H | Grande Acordo Nacional | Aparecidos Políticos | Arte Urbana

O ano é 2016 e existe em andamento um Grande acordo Nacional, como revelado posteriormente em gravações, entre Jucá, Machado e até o Supremo. Considerado pela Polícia federal como meras cogitações esse e outros diálogos vem sendo executados um a um desde então, com características que lembram a ditadura. Mas será que o povo está a par desse grande acordo?

Multigaleria
18:00H | | No Coração de Maio de 68 | Exposição

Fruto de parceria entre o IDM, a Aliança Francesa de Fortaleza, o Institute Français do Brasil e o Consulado Geral da França no Recife, a mostra apresenta 43 fotos inéditas do fotógrafo francês Philippe Gras e a série de dois documentários inéditos "Mai 68, un étrange printemps" (Maio de 68, uma primavera estranha), dirigida pelo historiador Dominique Beaux.

Abertura dia 26 de abril, às 18h. Visitações até 06 de maio, de terça a domingo, das 14h às 21h (acesso até as 20h30).

Oca Maloca
19:00H | Grupo Formosura de Teatro | Frei Tito Vive | Teatro

O Grupo Formosura de Teatro com 33 anos de resistência, irá realizar uma ação,  durante a Maloca Dragão, que ponha em discussão na cidade, principalmente junto aos jovens, o  passado sombrio do  golpe de 1964, que culminou com  a ditadura militar no Brasil. A expectativa  é  realizar  a ação "Frei Tito Vive", que consiste numa instalação viva criada a partir do espetáculo teatral ?Frei Tito: Vida, Paixão e Morte?, seguido de um show musical com canções de protesto dirigida por Gustavo Portela.

MAC - Museu de Arte Contemporânea
19:00H | | Sérvulo Esmeraldo, O Artista Homenageado | Arte Urbana

Com curadoria de Dodora Guimarães, a instalação traz vídeos, fotos, livros e catálogos sobre o Sérvulo Esmeraldo, considerado uma das principais referências brasileiras da arte cinética, e suas obras; e exibe os destroços da obra "La Femme Bateau", recém-resgatados do mar da Praia de Iracema. A mostra é uma prévia de exposição que será aberta em maio, no Dragão.

Abertura dia 26 de abril, às 19h. Visitações até 29 de abril, de quinta a domingo, das 9h às 19h (acesso até as 18h30) e aos sábados, domingos e feriados, das 14h às 21h (acesso até as 20h30).

 

Cinema do Dragão
20:00H | | ABC da Greve | Cinema

O filme cobre os acontecimentos na região do ABC paulista, acompanhando a trajetória do movimento de 150 mil metalúrgicos em luta por melhores salários e condições de vida. Sem obter êxito em suas reivindicações, decidem-se pela greve, afrontando o governo militar. Este responde com uma intervenção no sindicato da categoria. Mobilizando numeroso contingente policial, o governo inicia uma grande operação de repressão. Sem espaço para realizar suas assembleias, os trabalhadores são acolhidos pela igreja. Passados 45 dias, patrões e empregados chegam a um acordo. Mas o movimento sindical nunca mais foi o mesmo.
 

Porto Dragão
20:00H | Teatro Máquina | Nossos Mortos | Teatro

Em Nossos Mortos, novo trabalho do grupo, o Teatro Máquina (Fortaleza-CE) traz a voz de Antígona articulada às inúmeras histórias dos massacres a movimentos populares, especialmente o Caldeirão da Santa Cruz do Deserto, em Crato, Ceará. Antígona é uma tragédia sobre uma irmã que deseja enterrar o irmão e sobre o tio dela, agora feito general, que a impede de enterrá-lo. É também sobre como o palco da política está infestado com o cheiro podre dos cadáveres esquecidos. Nesse espetáculo o grupo explora a fala, o canto e a ambiência sonora, a partir das sonoridades fúnebres sertanejas.

 

Palco Praça Verde
21:00H | | Gero Camilo Canta Belchior | Música

Gero Camilo, admirador declarado de Belchior conta: "Sempre fui fã da Obra de Belchior. Quando era adolescente via shows dele em Fortaleza e ficava
fascinado. Seus vinis tomavam conta da sala de minha casa."
Neste show, Gero e a banda batizada por ele de Caroço da Aurora percorrem o disco Alucinação e outros clássicos de Belchior, como Comentário a respeito de John, Paralelas, Coração Selvagem, Mucuripe e Brasileiramente Linda.  As composições vêm com novos arranjos para uma releitura que busca resgatar e celebrar o primor da musicalidade poética de Belchior e sua importância na música brasileira.
 
Belchior foi um artista enigmático. Em quase 40 anos de carreira e com uma produção de mais de 20 discos, revelou sentimentos e reflexões que
embalaram gerações e ainda representam pensamentos contemporâneos sobre política e sociedade. Gero Camilo convida o público para a homenagem
deste mergulho na poética visceral e revolucionária desse grande artista brasileiro.

 

Teatro Dragão do Mar
21:00H | Valéria Pinheiro / Cia. Vatá | 233 a, 720 Khalos | Teatro

Um território, um endereço fixo e várias historias.O acúmulo de perdas e sonhos. No encontro apaixonado com algumas referências, sobretudo mulheres e em especial Frida Kahlo.Eis aqui uma mulher que refaz suas trilhas, e que segue tatuada de cicatrizes. Um corpo fragmentado e cheio de dores, um corpo que demarca todos as trajetórias. Um corpo que parece pedir para parar.Mas, ainda assim, dança!

 

Ruas no entorno do Dragão do Mar
21:00H | Batendo boca, batendo beira, pagando brabo | Edivaldo Ferrer | Arte Urbana

Waldemar caminha a passos largos o andarilho do tempo, parido do lixo, da fome e do vento. O filho do diabo, dos loucos, das putas e dos párias. Desde que o mundo é mundo, desde que gente é gente o reflexo da sociedade se afirma ainda mais potente. Devorar a tudo é seu segredo. Antes do homem veio o mundo, antes do mundo veio o fogo e antes do fogo veio o medo.

A performance se dá no deslocamento desse personagem sem pernas e braços pelo dragão do Mar, Poço da Draga e outros espaços como festas, feiras, carnavais, shows e etc. Não é necessário material ou qualquer suporte técnico.

 

Palco Draga Dragão
22:00H | | Refavela | Música

Há 40 anos o cantor e compositor Gilberto Gil fez sua primeira viagem à Nigéria para participar do Festac em Lagos onde reencontrou uma paisagem suburbana muito similar aos conjuntos habitacionais construídos na década de 50 no Rio de Janeiro e Salvador, que tinham nas duas cidades o objetivo de recuperar a dignidade das pessoas por meio de uma moradia melhor, muitas vezes transformadas em novas favelas.
Refavela foi estimulada, segundo Gil, por este reencontro, de cujas visões nasceram também a própria palavra, embora já houvesse o compromisso conceitual com o re para prefixar o título do novo trabalho, de motivação urbana, em contraposição a Refazenda, o anterior, de inspiração rural, e que junto com Realce moldaram a trilogia RE criada pelo compositor. 
O disco foi gravado em 1977 no estúdio de 16 canais da Phonogram e segundo Gil "era época do movimento Black Rio, com o funk começando por aqui e eu quis gravar algo como aquela versão de 'Samba do Avião', o disco era pra isso, para registrar os 'aforismos' que havia na época - como era a juju music de Balafon e os blocos afro-baianos do Ilê Aiyê".

Aterrinho Praia dos Crush
23:00H | | Tertúlia Black - Largo dos Tremembés | Música

O Tertúlia Black é um coletivo de DJs de Fortaleza que há vários anos têm como marca registrada de seu set a black music em suas diversas vertentes: Soul, R&B, Funk, Boogie, Disco, Afrobeat, Reggae, Jazz, etc. Desde fevereiro de 2018 vêm fazendo eventos juntos e com a intenção de com esse coletivo se unir e continuar tocando em projetos comuns, fazer eventos gratuitos e em espaços públicos vivenciando a música black.

Fazem parte do coletivo os djs:

Memória e Projeto
Maarji
Gato Preto
Nego Célio
Tomé
Aires/D
Kinas
Tristan Rousseau

Na festa os djs se revesam tocando com vinil e digital com um som muito dançante relembrando o clima das discotecas, tertúlias dos anos 70, 80, bailes black, Soul Train, etc.

Rua Tabajaras
23:00H | | Festa Conexões Juruviara - Ritmo Urbano | Música

O cantor e compositor cearense Juruviara iniciou sua carreira em 2005. Nesses treze anos de trajetória, integrou bandas e coletivos artísticos. Tendo lançado em 2012 seu primeiro disco solo intitulado ?Me perder me faz andar?, o músico levou adiante sua composições e seu modo marcante de interpretar.
A presente proposta visa à concepção, montagem e produção de um novo show, abrangendo um apanhado de suas músicas mais recente, além de músicas de compositores da nova geração da música nordestina.
A priori homônimo este projeto se intitula com o nome escolhido pelo artístico, sendo ?juruviara? o nome popular de uma ave de canto melodioso e bastante encontrada no Brasil, nome por si só sugestivo para marcar esse novo momento.
Em músicas da nova safra de Juruviara como ?Ei, Moço?, ?Teletransporte Pra Quixadá? e ?Querê Querer?, Juruviara canta o amor, o desejo de viajar e os caminhos e descaminhos de toda jornada.
Além de Juruviara, encabeçam o projeto os nomes de Freitas Filho e Gabriel Ponciano. Freitas, acordeonista discípulo de Dominguinhos, empresta sua musicalidade, assumindo a diretoção musical do trabalho. Gabriel Ponciano, baixista e realizador audiovisual, no projeto assume também as funções de diretor artístico e produtor executivo.
Além do violão e da guitarra de Juruviara, baixo de Gabriel Ponciano e acordeon de Freitas Filho, ao projeto se somam diretamente os músicos Valdécio Oliveira (percussão), Marcelo 21 (bateria/percussão) e Jordão Luz (trompete).
Juntamente ao veio composicional, o novo espetáculo visa apresentar ainda o intérprete e pesquisador. Em muitas viagens pelo Brasil, Juruviara vem fazendo um apanhado da nova música feita por nomes como Manuca Bandini (PE), Nathália Bellar (PB), Conrado Pera (SP), entre outros. Dentro do novo espetáculo, a intenção é que esse recorte da nova geração tenha um lugar de destaque.


// Dia 27 de Abril | Sexta-Feira
Muros do Dragão do Mar
15:00H | Sem Título | Hirlan Moura | Arte Urbana

Anunnaki nas terras Alencarinas

Trabalho será uma criação minha, apelidado de Anunnaki, este personagem estará em visita a cidade de Fortaleza e trata com ele alguns objetos símbolos de acontecimentos/datas históricas desde 68 que aconteram na cidade, trará as lembranças que com o tempo foram esquecidas. O trabalho tem o intuito de fazer com que as pessoas busquem na mente e trazer a pergunta do que mudou desde aquele momento até os dias atuais.

Arena Dragão do Mar
16:00H | Cia Prisma de Arte | Era Uma Vez... Conta, Canta e Encanta | Infantil

Esse programa de contação nos leva para um mundo cheio de histórias e canções que fazem parte desse repertório, onde cada pessoa pode segurar nas asas da imaginação e viajar dentro das histórias contadas de geração a geração. Contando e cantando fazemos um passeio pelo universo encantado dos contos populares e contos de fadas criando um programa de histórias para toda a família.

 

Arena Dragão do Mar
16:00H | Mesa Redonda | O Reinado Negro dos Maracatus | Cultura Popular

Convidados: Maracatu Az de Ouro (CE), Nação Maracatu Raízes de Pai Adão (CE), Maracatu UinuErê (PE)
Mediador: Alênio Carlos (CE)

 

Ruas no entorno do Dragão do Mar
16:00H | Le Mur | Narcélio Grud | Arte Urbana

Narcélio Grud iniciou-se artisticamente através do programa de televisão Daniel Azulay, ainda quando criança. Teve seus primeiros contatos com o pincel a jato, o spray, no final dos anos 80 e inicio dos anos 90, quando se iniciou na cidade de Fortaleza, o movimento da pixação. Era um dos mascotes por ser o mais jovem entre a galera. Skatista e adepto do movimento punk, inquieto por natureza, foi expulso de 11 colégios e teve um momento de transição marcante em sua vida quando pixou uma Delegacia de Polícia com a frase: 'Vende-se Maconha' e escreveu na viatura: 'Entrega a Domicílio', além de ter feito vários desenhos espalhados pela cidade. Este fato, lhe deu notoriedade e as pessoas começaram a lhe convidar para realizar trabalhos diversos, o que ajudou a despertar algum interesse pela arte. No decorrer do percurso, desenvolve diversas pesquisas dentro das práticas de Arte Urbana e afins o que o levou a participar de Exposições e Festivais em diversos países da Europa e das Américas e lhe rendeu alguns prêmios. Tem formação em Design, é o idealizador do Festival Concreto - Festival Internacional de Arte Urbana que acontece bienalmente no Ceará e publicou em 2014 o livro: A Arte Urbana do Nordeste do Brasil.

Na pintura, Narcelio Grud desenvolve uma temática que aborda a questão das relações, do outro como complemento, das fusões. Os seres que habitam se mostram meio humanoides, meio androgenos, um mix entre a matéria e o espírito... Sem boca, sem ouvidos, de olhos fechados, uma comunicação possível e profunda... Outras pesquisas estão se mesclando a cada dia nas linguagens que ele desenvolve. Esculturas sonoras, esculturas de vento, construção de ferramentas pra ações de arte urbana, imagens em movimento, texturas...

 

Oca Maloca
16:20H | | OcupaPerifa | Música
Cinema do Dragão
17:30H | | Valparaíso + Valparaíso Mi Amor | Cinema

Valparaíso: Um documentário de curta-metragem sobre Valparaíso, Chile. Uma cidade construída em cima de colinas, onde a vida é uma constante luta contra a geografia.


Valparaíso mi amor: O filme conta a história de quatro irmãos órfãos, seu pai é preso por roubo na tentativa de encontrar comida para a família. Quando as
crianças são deixadas sozinhas, bruscamente lhes é apresentada uma nova realidade: a rua. Então, eles são forçados a encontrar o seu próprio meio de
sobrevivência. Ao longo da obra, vemos como os personagens evoluem, uma das crianças morre, uma menina acaba por torna-se prostituta e os outros dois entram para a vida do crime.

Oca Maloca
17:30H | | Ocupa Perifa | Arte Urbana

O espaço OcupaPerifa dentro do Maloca 2018 surgiu da necessidade de  criar um diálogo na proposta de visibilizar e fortalecer o trabalho dos agentes culturais e coletivos artísticos da cidade, que tem seu trabalho voltado a cultura periférica num âmbito cultural e social. Proposta essa que tem seu principal objetivo levar a cultura jovem da periferia para dentro do maior festival cultural do estado, construindo de forma coletiva um espaço de integração e voz para o movimento.

Com uma grade diversificada temos como objetivo juntar as linguagens que dialogam diretamente com a realidade das comunidades em questão, onde o principal foco é a desconstrução da cultura do medo e a  apropriação dos espaços, trazendo um novo olhar sobre a identidade cultural das periferias , onde a marginalização de alguns movimentos ainda interferem diretamente na sua forma de atuação, buscando agregar os valores humanos como o cuidado e o afeto  como principal ferramenta na construção desse diálogo cultural.

O

Palco Rogaciano Leite Filho
18:00H | | Pulso de Marte | Música

Pulso de Marte, um nome lírico vindo de um mundo lírico; os sonhos. O objeto que visa à busca por novas experiências e novas perguntas. 2014 foi o ano em que a busca tomou início com a linha de frente formada pelas vocalistas e guitarristas Nathália Rebouças e Letícia Monteiro.
A cidade de Fortaleza-CE foi o cenário perfeito para o nascimento deste projeto. Com a união dos talentosos Charles Costa (baixo) e Jefferson Castro
(bateria) o objeto chamado Pulso de Marte estava completo e vivo! Dos sonhos de Nathália Rebouças para o mundo real, o Pulso de Marte procura ter uma música autoral com muita personalidade. Experimentando influências diversas de seus integrantes, a banda obtém um som com muita particularidade, pois seus membros compartilham influências vindas do indie rock, pop rock, MPB, hardcore, música alternativa.
A banda já esteve presente em diversos palcos importantes da cena de fortaleza, como na Órbita Bar, Berlinda Club, Centro Cultural Banco do
Nordeste, Teatro Boca Rica, participou de festivais como o Feira da Música, Mostra Autoral Brasileiríssimos, Garage Souds, foi 1°Lugar no II Festival de
Música da Juventude, dentre outros. Gritando Paz foi o primeiro single lançado pela banda, e isso tornou possível a realização de uma mini turnê em Pernambuco; em setembro de 2016 o Pulso de Marte lançou seu segundo single, Palavras Não São Fortes, que veio acompanhado de um videoclipe, que foi lançado no Cineteatro São Luis de Fortaleza. Em Junho de 2017 o Pulso de Marte lança seu primeiro disco, intitulado "A Busca". Atualmente iniciou a "Tour A Busca", o primeiro estado escolhido para as apresentações, foi São Paulo. 
Pulsar, esta é a proposta da banda; pulsar vivências, perguntas, pulsar um bom som. "A busca para "completar" o Pulso de Marte acabou, a busca para que este pulso continue vivo, está apenas começando".

Arena Dragão do Mar
18:00H | Perecível | Felipe Camilo | Literatura

Através de fotografias e poemas, uma apropriação do haicai, do retrato e da paisagem. 'Perecível' traz retratos nos bairros históricos de Fortaleza revelados sobre a clorofila das folhas mais comuns aos jardins dos condomínios que a construção civil prolifera pela cidade. Se por um lado as folhas da arquitetura contemporânea constrangem as formas dos rostos, por outro a bricolagem de faces captura a efemeridade do 'suporte-folha' para nos
indagar sobre as relações entre memória e duração - sobre a passagem do tempo na cidade e nos citadinos. Trata de um perambular pelo centro comercial, pela praia de Iracema, mas sobretudo pela Jacarecanga, bairro órfão das elites da metrópole - lá onde se percebe em seus casarões e idosos vestígios de uma cidade que envelhece. Aqui um corpo é vetor de ressignificação de memórias em ampla devoração. do sol, dos pés, da construção civil, das histórias, das políticas, das poesias. aqui a brevidade é soberana.

Com produção do coletivo da Trama de Olhares, o projeto teve as contribuições de Fernando Jorge, Guilherme Silva e Iana Soares na edição fotográfica, revisão de texto por Joice Nunes e  produção/assistência de pesquisa por Fernanda Brasileiro. Sua realização, que data de 2015/2016, foi apoiada pela Secretaria da Cultura do Município de Fortaleza através do Instituto da Bela Vista e a publicação também contou com financiamento coletivo. Também foi aprofundado no Projeto Imagens Não-Reveladas conduzido por Silas de Paula e Rian Fontenele entre 2016/2017. Algumas de suas imagens reveladas na clorofila de folhas estiveram expostas em 2017 na 'Mostra de fotografia etnográfica da RAM' - Reunião de Antropologia do Mercosul no Museu Juan Yaparí (Argentina). Na ocasião do lançamento da obra, serão distribuídos livros, fanzines, postais e quadros aos apoiadores do projeto. Em seguida exemplares do livro e imagens ficarão à venda durante sessão de autógrafos.

Ruas no entorno do Dragão do Mar
18:00H | | Hater: Posso Ajudar? | Teatro

Dois performers fardados percorrem ruas, praças e calçadas em estado de alerta, à espreita de um ataque. Buscam um alvo, que poderá surgir a qualquer momento. Alvo inventado. Na fantasia da segurança, entorpecidos de sua própria paranóia, proferem ao vento chutes, murros e golpes. Brigam com paredes, estátuas, cercas, placas. Se defendem de folhas, lixeiras e cadeiras.

Ruas no entorno do Dragão do Mar
18:00H | Sem Título | Artur Bombonato | Arte Urbana

Artur Bombonato é artista visual de Fortaleza que trabalha principalmente com pintura e intervenção urbana. Começou a trajetória no muralismo, que o levou a pintar em países como Argentina, Itália e Marrocos. A própria cidade e suas relações, seus espaços de ausência e conflitos são temas recorrentes no seu trabalho.

 

Cena 15
18:00H | Andreia Pires | FORTALEZA 2040 | Dança

Com a solução pacífica das controvérsias, promulgamos, sob a proteção  de Deus, a seguinte Constituição Coreográfica Criminosa.
Agradecemos a Deus pela onipotência, ao Forte Schoonenborch e a Nossa Senhora da Assunção pela majestade, ao Rio Pajeú pelas límpidas águas, aos militares e as armas nacionais pela justiça, a família brasileira e a Igreja pela paz mundial, a Iracema pela fama, ao Wagner pelas marchas e aos Faustos pelos projetos.
 

Palco Praça Verde
19:00H | | Maracatu Uinuerê | Cultura Popular
Palco José Avelino
19:00H | | Glauco King | Música

Glauco King é um cantor explosivo, que conquistou espaço na difícil cena musical cearense como vocalista da Bonecas da Barra, banda glam que integrou por 8 anos. Posteriormente, montou o West Wolves, onde esteve por 3 anos e lançou um disco, "Sexy Offender", saindo do grupo em 2016.

Grotesco, cativante, marginal, provocador, são muitos os adjetivos desse frontman, que segue dividindo opiniões e avançando, inevitável, sempre, como ele mesmo canta em sua música.

Vindo de uma garagem empoeirada da Barra do Ceará, de onde surgem suas canções de punk rock, ele atualmente faz shows de divulgação de "Freakstar", seu EP de estreia como cantor solo.

Arena Dragão do Mar
19:00H | Mnemosine: Porquê Memória É Feminina! | Paula Yemanjá | Literatura

Mnemosine é um jogo/ contação onde narramos histórias de mulheres cearenses que se destacaram ou que foram a frente de seu tempo. São mulheres fortes que assumiram o protagonismo de suas vidas e que foram/ e são até hoje exemplos de força, coragem e determinação. Na escolha das personagens do jogo buscamos uma diversidades de tempos históricos e de ramos de atuação, buscamos também nomes que não figuram dentro da
historigrafia oficial contemplando também histórias colhidas em depoimentos pessoais. São personagens históricas como Barbara de Alencar, Dona Federalina e Jovita Feitosa; artistascomo Rachel de Queiroz, Uira e Zoalinde Santana; ativistas como Maria da Penha e Wanda Sidou; atletas como Isabela Sousa; mulheres que se destacaram em suas ofícios como Adísia Sá e Violeta Arraes; histórias pessoais como as de Dona Bernadina e Dona Mocinha.

Teatro das Marias
19:00H | Grupo Barlavento | Corpos Embarcados | Dança

"Quem embarca? Quem fica? Quem vem? Já são horas de embarcar..."

Corpos Embarcados é um projeto de pesquisa e criação a partir das memórias do Fandango Cearense, folguedo que faz parte das danças dramáticas do ciclo marítimo onde o enredo da brincadeira trata sobre aventuras e conflitos de uma embarcação. No Ceará podíamos encontrar a manifestação entre pescadores da Praia do Mucuripe em Fortaleza e em outras cidades litorâneas do estado. Hoje a brincadeira está somente na memória de brincantes, antigos moradores do bairro e em estudos e registros de alguns pesquisadores.

O espetáculo é um experimento cênico onde busca-se realizar um novo exercício coreográfico em uma tentativa de aproximar a brincadeira perdida ao universo da dança e da teatralidade nas salas de ensaio, como forma de favorecer por meio do corpo um encontro entre o saber ancestral e a contemporaneidade.

Ruas no entorno do Dragão do Mar
19:00H | Cia. Balé Baião | A Invenção do Baião Teimoso - Porto Dragão | Dança

Dança enquanto possibilidade de resistência, continuidade, descolonização do corpo, dissidência, reinvenção, militância e compromisso político nas bases populares. Sua dramaturgia reside nos "Corpos Singulares-Plurais" dos dançarinos-criadores que reinventam-se em tempo real à proporção que acessam suas danças afro-indígenas ancestrais.

Palco Anfiteatro
19:30H | | Vítor Colares | Música

Vitor Cavalcanti Colares. Vitor Colares. Vitor C. é artista, compositor. Transita por algumas linguagens, como música, cinema, teatro, audiovisual e performance. É um dos fundadores da Fóssil, banda ícone da cena instrumental no estado e no país, tocou em diversas bandas da cidade e com alguns artistas também, como O Garfo, 2fuzz, Montage, Soledad, Daniel Groove, O Jardim das Horas, Daniel Peixoto, Jonnata Doll, Saulo Duarte, Daniel Medina, Danilo Guilherme. Trabalha com trilhas sonoras para teatro, cinema e audiovisual.

Em 2012, lançou Saboteur, seu primeiro álbum. Depois, lançou o álbum Violação de Propriedade Privada, assinando como Cozilos Vivos. Em 2015, lançou Veredas : Cores e Sinais de Cavalos. Com 10 discos lançados, sendo 5 destes de janeiro de 2017 pra cá, o artista, nesse momento de vasta produção, está em processo de gravação de um novo álbum, que sintetiza um método de criação desenvolvido ao longo de sua trajetória e, paralelamente a isso, está com nova apresentação, onde faz releituras de sua obra junto com novas composições, coisas que estarão no próximo de canções, que deve ser lançado ainda esse semestre.

Com seis anos de carreira solo, em uma apresentação dinâmica, que coloca aspectos cênicos e de performance no palco, com nova formação, novos arranjos, já diferentes dos shows feitos no ano passado, mais cru e denso, Vitor C., ao vivo, traz sua guitarra furiosamente solitária, acompanhado de Rodrigo Colares nos sintetizadores e samples e Danielle de Azevedo na bateria.

Cinema do Dragão
19:30H | | Ex-Pajé | Cinema

Um poderoso pajé passa a questionar sua fé depois de seu primeiro contato com brancos que julgam sua religião como demoníaca. No entanto, a missão evangelizadora comandada por um pastor intolerante é posta em cheque quando a morte passa a rondar a aldeia e a sensibilidade do índio em relação aos espíritos da floresta mostra-se indispensável.
 

Palco Rogaciano Leite Filho
19:50H | | Intuición - Lançamento do single "Qué Rico!" | Música

O Intuición surgiu em 2012 com experimentações de música eletrônica e logo virou um projeto solidificado composto por Clapt Bloom e Lua Underwood que já conta com três EPs, todos feitos de forma independente. Em 2017 o grupo lançou dois singles (Frenética e Qué Rico!) pelo selo próprio - Berlim Tropical Records. A banda ficou marcada na cena underground da cidade de Fortaleza e assim se expandiu, dos maiores e mais vistos palcos até os mais decadentes. A banda aposta em uma nova sonoridade chamada Disko Punk, que investe no electropop, disco e guitarras distorcidas que passeiam entre psicodelismos e experimentações com samples.

Palco Draga Dragão
20:00H | O Seu Amor | Daniel Groove | Música

No show, assim como no clipe, ele homenageia o parceiro Rodrigo Gondim (falecido há dez anos) e o produtor Carlos Eduardo Miranda (falecido em março).


"Me desculpe se uma dor que sufoca e que vem, qualquer hora sem me avisar, me transporta pra longe e pra sombra de quem foi-se embora sem se esperar"... Quando o amigo e parceiro Rodrigo Gondim faleceu, há dez anos, Daniel Groove fez os versos da canção "Seu Amor" em sua homenagem. A composição ficou guardada até novembro do ano passado, quando começou a trabalhar em seu terceiro álbum solo com o produtor Carlos Eduardo Miranda, responsável por lguns dos discos mais emblemáticos da música brasileira. Groove mostrou 25 composições inéditas pra ele, entre elas "Seu Amor", a primeira a ser escolhida por Miranda. Com a morte prematura do produtor, em março deste ano, "Seu Amor" foi então destacada para um clipe e também para ser o primeiro single do novo álbum de Daniel Groove, produzido por Carlos Eduardo Miranda e Klaus Sena. Gravado entre novembro de 2017 e fevereiro deste ano, "Levante", o novo álbum de Daniel Groove é um dos últimos trabalhos de Carlos Eduardo
Miranda. 
"Seu Amor" chega nas plataformas digitais dia 20 de abril, pelo selo Sete Sóis com distribuição Tratore, e o clipe será lançado dia 27 de abril, na Maloca Dragão. Gravado em Fortaleza com argumento de Daniel Groove, direção de Yuri Yamamotho e Gustavo Portela, e codireção de Junior Marinho, o clipe homenageia Rodrigo Gondim e Carlos Eduardo Miranda, assim como o show na Maloca Dragão. Além do single "Seu amor" e "Fortaleça-se",
inéditas do novo trabalho, o repertório do show incluirá canções de seus dois discos anteriores, entre elas "Giramundo", "Canção de amor", "Você Sabe Muito Bem o Que me Resta", "Retrato", "Bicicleta", "Eu lembro do vento" e "Jardim suspenso". 
Daniel Groove (voz) será acompanhado por Saulo Duarte (guitarra), Ryan Batista (violão), Claudio Mendes (guitarra), João Leão (teclados), Klaus Sena (baixo) e Victor Bluhm (bateria).

Palco Draga Dragão
20:00H | | Daniel Groove | Música
Oca Maloca
20:00H | Trupe do Palhaço Baratinha | O Mundo do Circo | Circo

Entre números de contorção, balé aéreo, malabares, equilibrismo e palhaçaria, orbitam as atividades e cenas da Trupe do Palhaço Baratinha. Cercados de brincadeiras, os palhaços Baratinha e Besourinho encontram sua nova amiga Joaninha.

Teatro Dragão do Mar
20:00H | Coletivo Nopok | Deslizes | Teatro

O espectador se depara com dois homens, ora amigos, ora irmãos, ora meros desconhecidos ou até rivais. A cena é composta pela presença desses dois personagens, que se relacionam entre si, com os objetos e com o espaço. Eles lançam mão das técnicas acrobáticas e de uma comicidade silenciosa
e provocativa cujo olhar expressa o tom, a direção e a intenção de cada um deles.
Deslizes parece contar a história de dois velhos e grandes amigos que, sem o uso da palavra falada, comunicam-se com o público e entre si através de um jogo físico, um jogo que lembra as brincadeiras clássicas de amigos meninos que brincam de brigar, que dialogam e expressam afetividade em pequenas provocações físicas, desafios e intimidações.

Palco Praça Verde
20:10H | | Maracatu Raízes de Pai Adão | Cultura Popular
Oca Maloca
20:20H | Orlângelo Leal | Autômato | Circo

No palco, o multifacetado artista representa um ser compulsivo, um espécie de esquizofrênico musical, um compositor que compõe e grava músicas em cena como pano de fundo para sua diversão, prazer e gozo e, aos poucos, vão surgindo trilhas para dançar, manipular objetos, andar de skate e para um
diálogo visceral com o público numa divertida brincadeira irreverente.

 

Palco José Avelino
20:40H | | Lascaux | Música

Agora, entre numa caverna de paredes cobertas por pichos milenares, trincheira de sons sintetizados, gritos reverberados, melodias estranhamente dançantes e performances animalescas. Eis que, de um rito futurista ancestral, nasce o beat eletrônico primitivo que lança urgências, sonhos, incertezas e medos humanos para o futuro infinito! Lascaux (pronuncia-se "Lascou") é um projeto musical desenvolvido há pouco mais de um ano em Fortaleza. Revirando os detritos da vida urbana e nostalgias coletivas, os "lascados" cantam as dores e delícias de se viver, intensamente, o AGORA. A banda encontra sua matéria prima no lado escuro do mundo contemporâneo. A presença do sintetizador, das linhas de baixo dançantes, da mensagem poética e politizante, revela fortes referências oitentistas. Nas letras das composições, a vontade de irromper fronteiras impele o grupo ao português, inglês e espanhol. Eric Lennon, George Alexandre, Lucas Santos, Samuel de Melo e Victor Hugo reúnem-se em busca de um rock minimal, que possa beber livremente de diferentes fontes e estilos e que abrace a personalidade musical de cada um. Com uma formação flexível, a Lascaux é composta por duas guitarras, baixo, sintetizador, voz e linhas de bateria que podem ser executadas ao vivo, ou pré-gravadas. Com sua música autoral, a banda trabalha intensamente para estar sempre presente na noite da cidade. Para isso, parcerias com bares, instituições, artistas independentes e coletivos atuantes são constantemente estabelecidas com o intuito de abrir novos caminhos favoráveis à cena autoral. "Agora Lascaux!" é também o nome dado à primeira reunião de quatro composições do grupo. Gravadas no Samp Estudio (Fortaleza-Ce), as faixas foram mixadas e editadas por Clayton Martin e Regis Damasceno no Estúdio Submarino, Mooca, São Paulo. O material será masterizado e lançado no 1º semestre de 2018.

Teatro das Marias
21:00H | Outro Grupo | Expurgo | Teatro

Enquanto o café não fica pronto, memórias, relatos, fotografias, histórias, marcas e cicatrizes vêm à tona. Poesia sobre infância, marcas do tempo, areia, amor, mar, mãe e braços que ficaram tempo sem se dar.

Ruas no entorno do Dragão do Mar
21:00H | | Serviçal | Teatro

São mais de 300 anos de servidão e opressão... Precisamos repensar e debater o lugar do Negro na sociedade, haja vista que o Brasil foi o último país do continente a abolir o regime escravocrata, e a população negra permanece excluída na sociedade, sofrendo com a discriminação e segregação não somente em situações cotidianas desrespeitosas como também no mundo do trabalho.

Órbita Bar
21:00H | | BATEU | Música

BATEU apresenta Futura - after oficial da Maloca
Nessa sexta, dia 27, vai rolar a Futura, edição futurista da festa da girafa.
A festa tem uma pegada audiovisual, propondo-se a ser uma experiência de imersão. Nessa edição, viemos com uma proposta de pop pra dançar gostosinho, além das nossas tradicionais sonoridades que passam pelo grave e pela psicodelia.

> line-up <

DJ Lucas Bmr (bit.ly/podecomemorarmp3)
DJ Adrian Brasil (bit.ly/cosmicanabateu)
DJ/VJ Vale (bit.ly/bateufumaum)
DJ Beatriz Gondim

Oca Maloca
21:15H | Trupe do Palhaço Baratinha | O Mundo do Circo | Circo

Entre números de contorção, balé aéreo, malabares, equilibrismo, orbitam as atividades e cenas da Trupe do Palhaço Baratinha. Cercado de brincadeiras, os palhaços Baratinha e Besourinho e a mais nova integrante Joaninha, interagem com o público infanto-juvenil revisitando as clássicas histórias do circo cearense.

Palco Rogaciano Leite Filho
21:30H | | Casa de Velho | Música

Casa de Velho, desde a sua criação, em 2015, debruça-se a elaborar um show-cênico, prezando por uma direção de cena, direção de arte, performance e teatro de bonecos. Seu show é inteiramente pensado dramaturgicamente e, por isso, todos os elementos (letras, arranjos, figurinos, bonecos, máscaras, objetos, corpos, luz, etc.) se fortalecem convergindo em um universo propositado pela banda, algo que foge da disposição tradicional de um show musical. As histórias cotidianas da cidade, vividas, vistas e compartilhadas motivam a criação das letras, dos arranjos, das imagens e, todas juntas no show, voltam-se para fortalecer as mesmas histórias vividas no começo, estreitando assim o diálogo com a plateia. Por mais que a banda tenha uma pegada forte no rock n' roll, as músicas abraçam uma multiplicidade de desdobramentos, dando a Casa de Velho uma pegada musical cheia de brasilidades própria da banda.
 

Oca Maloca
21:35H | Companhia Itinerante de Malabares | Na Companhia Um do Outro | Circo

Embasada na técnica de sites wap uma sequência é gerada, através de dois malabaristas e sete clavas uma coreografia crescente de truques é desenvolvida na criação desse Dúo de malabares intitulado de "Na Companhia um do outro". Um trabalho da Cia.Itinerante de Malabares em diálogo com a tradição da técnica circense do passe de clava.

Palco Praça Verde
22:00H | | Luxo da Aldeia | Música

Tantos carnavais depois, o Bloco Luxo da Aldeia segue com a ideia inicial, ainda em 2006, de mostrar a riqueza e a qualidade da música cearense a partir de frevos, marchas, sambas e maracatus que exaltam as mais diversas vertentes do nosso Carnaval. E é justamente esse o título escolhido para o primeiro CD do grupo, lançado, como não poderia deixar de ser, em fevereiro deste ano. Produzido por Pantico Rocha, Tantos Carnavais Depois traz composições próprias, canções já prestigiadas pelo público e diversas participações especiais A valorização da música local, que, de certa forma, reforça os laços culturais do cearense com o seu local de origem, segue presente tanto nos palcos como no disco de estreia. Clássicos como Carneiro (Ednardo), Noite Azul (Pingo de Fortaleza, Parahyba e Augusto Moita), Coisa Acesa (Moraes Moreira e Fausto Nilo) e Bati na Porta (Lauro Maia e Humberto Teixeira) estão entre as canções presentes nos shows e que também estão no CD.  Bloco do Susto, composição de Ednardo que fala sobre a saudade do carnaval, também não poderia ficar de fora. Essa música representa a grande interação do Luxo da Aldeia com o público, que é convocado para "despencar, despencar", como diz a letra. "Nesse momento, todos se abaixam e, quando voltamos a cantar, acontece aquela explosão de alegria. E o mais bacana é que isso surgiu de forma espontânea e não deixa de ser uma marca dos nossos shows", afirma Mateus Perdigão, compositor, guitarrista e vocalista, que destaca ainda a participação do guitarrista Moacir Bedê na gravação, que imprimiu uma pegada mais jazzística à música.
Músicas próprias e parcerias Tantos Carnavais Depois também conta com 4 faixas compostas pelos integrantes do Luxo da Aldeia, além de parcerias e verdadeiros presentes dados ao Bloco. Serpentina, música que abre o disco, tem um significado especial porque foi a primeira de autoria própria a entrar no repertório do Bloco. Feita em parceria entre Bruno Perdigão e Thales Catunda, músicos do Luxo da Aldeia, com o compositor cearense Marcus Dias, a canção retrata um folião transitando pelos diversos blocos e espaços da cidade. "Serpentina traz a sonoridade do bloco, com forte presença das
guitarras misturadas no frevo", pontua Bruno Perdigão.
Marcus Dias, inclusive, é um dos grandes compositores presentes no disco. Ele assina, por exemplo, as músicas Marcha da Noite e do Dia, Um Sol pra Cada Um (ao lado, mais uma vez, de Bruno Perdigão e Thales Catunda) e Ó, Linda Fortaleza, esta última parceria com Mateus Perdigão, que fala sobre o ressurgimento do Carnaval de Rua em Fortaleza. A letra procura trazer a memória - e a importância - das bandinhas e dos blocos antigos, que tanto honraram nossas ruas e que, ainda hoje, inspiram novas gerações de foliões e brincantes. "Nessa música, contamos com a participação de George Anderson, no violão sete cordas, e Luiz José, com seu cavaquinho seis cordas", reforça Mateus.

Palco Draga Dragão
22:00H | | Selvagens à Procura de Lei | Música

A banda Selvagens à Procura de Lei foi formada em 2009 em Fortaleza, Ceará, e toca rock com bastante influência da música nacional dos anos 80, de
bandas como Legião Urbana; e do rock indie dos anos 2000, como The Strokes e Arctic Monkeys.
Formada por Rafael Martins (vocal e guitarra), Gabriel Aragão (vocal, guitarra e teclado), Caio Evangelista (vocal e baixo) e Nicholas Magalhães (vocal e
guitarra), a Selvagens lançou três EPs no início da carreira: "Talvez eu Seja Mesmo Calado, mas Eu sei Exatamente o que eu Quero", de 2010; "Suas
Mentiras Modernas", também de 2010; e "Lado C", de 2011. Depois dos EPs, investiu esforços para gravar álbuns de estúdio, e, até o momento, foram
lançados três. O primeiro deles é "Aprendendo a Mentir", de 2011; seguido pelo homônimo "Selvagens à Procura de Lei", de 2013; e o mais recente, "Praieiro", de 2016. 
O single "Tarde Livre", pertencente ao último álbum, foi eleito como o melhor de 2016 pelos leitores da revista Rolling Stone Brasil, o que lhe rendeu visibilidade nacional. Em 2017 se dedicou à turnê de "Praieiro", com mais de cem shows em todo o país, além do primeiro em Buenos Aires, na Argentina - na ocasião, gravaram o videoclipe da música "Gostar Só Dela", recém-lançada.
Em março de 2018 se apresentou no festival Lollapalooza - trata-se da segunda apresentação da banda neste que é um dos maiores festivais do país;
a primeiro foi em 2014 -, e teve o show bastante elogiado pela imprensa. Tony Aiex, editor do blog Tenho Mais Discos Que Amigos, escreveu: "O grupo tem um arsenal de grandes canções e uma performance ao vivo das mais interessantes"; João Paulo Carvalho, repórter do jornal O Estado de S.Paulo, 
destacou as referências: "Assistir à performance da banda cearense Selvagens à Procura de Lei é o equivalente a fazer um mergulho na história do gênero em terras brasileiras"; Rodolfo Vicentini, repórter do UOL, tem a Selvagens como uma aposta: "Sem muita frescura e com paulada a todo momento, o Selvagens mostrou que não é o destaque do novo rock nacional há tanto tempo à toa".
 

Palco Anfiteatro
22:00H | | Astronauta Marinho e Máquinas | Música

De um encontro entre amigos, nasce a proposta de unir em um mesmo palco duas bandas de destaque no cenário local alternativo de Fortaleza, Astronauta Marinho e Maquinas. Quatro guitarras, duas baterias, dois baixos e um sax se unem para criar uma parede de som e uma experiência inédita. No espetáculo imaginado, o quarteto Instrumental e o quinteto de Rock Experimental irão tocar versões novas de músicas das respectivas bandas em um show onde irão elevar a experiência sonora de suas músicas a um novo patamar.

A apresentação quebra até as expectativas para as duas banda: a Astronauta Marinho recentemente lançou seu novo álbum, "Perspecta", e se prepara para um 2018 de muitos shows e turnês pelo país. O Maquinas ainda colhe os frutos do seu lançamento, "Lado Turvo, Lugares Inquietos", de 2016, e se prepara para focar no seu futuro material novo. Com a realização deste espetáculo, os dois grupos querem oferecer uma experiência única, realizando um passeio entre as discografias de ambas as bandas.

Teatro das Marias
22:00H | | Incompleto | Dança

Incompleto nasce da dificuldade de viver junto. Do desejo em falar da trajetória de 10 anos da Companhia, permeados por afetos, ausências, dores e alegrias. Batendo os pés no chão para fazer disso ritmo, música e dança.

 

Teatro Dragão do Mar
22:00H | Manada Teatro | Aquelas - Uma Dieta Para Caber no Mundo | Teatro

É uma construção colaborativa, numa criação delicada e cruel, que grita as urgências do ?ser mulher? na sociedade em que vivemos.
O espetáculo faz reviver Maria de Bil, santa popular de Várzea Alegre, município do Cariri cearense, assassinada no ano de 1926 pelo seu companheiro.
AQUELAS ? Uma dieta para caber no mundo rompe as barreiras geográficas, ganhando caráter universal, nos fazendo ruminar as relações sociais e culturais de gênero.
Partindo da pessoalidade das intérpretes Monique Cardoso e Juliana Veras, e com uma encenação brutalmente delicada de Murillo Ramos, AQUELAS instaura uma narrativa cínica e cúmplice com a plateia, através de imagens, objetos e músicas, transformados em um jogo cruel. Uma dieta diária para caber no mundo.
 

Palco José Avelino
22:20H | | Apokálipo | Música
Porto Dragão
23:00H | | Entre Nós: Buzinas, Chicotes e Ácidos | Teatro

Minha Nossa senhora de todas as pragas, será que há uma mulher que viva em paz? Que não esteja no vento do acaso, assobios, buzinas, chicotes e ácidos. "Entre Nós: Buzinas, chicotes e ácidos" questiona em cena a visão que a sociedade construiu sobre a mulher, o condicionamento pelo patriarcado, a violência doméstica, o empoderamento, a equidade e a fortaleza feminina.

Oca Maloca
23:30H | | Miss Jane | Música

Miss Jane é uma banda de rock brasileiro composta por Diego Maia, Elisa Porto, Rodrigo Colares, Tiago de Alencar e Vitor C. O grupo se inspira nos muros pixados dos viadutos, nas esquinas mal iluminadas, no cimento frio e nos casarões abandonados, e busca nas referências musicais, que passam pelo rock brasileiro, por ambiências de instrumentos sintéticos, pela poesia de Waly Salomão e pelo experimentalismo de Smetak e Cage, construir o que vemos e o que sentimos no embate cotidiano de uma grande cidade do nordeste. 

O grupo se move para relatar histórias dos últimos anos da cidade de Fortaleza que passa por grandes mudanças na paisagem do espaço urbano. Transformações que muitas vezes descaracterizam a cidade, espaços que desaparecem da noite pro dia, construções que deixamos de ver e de tocar, viram uma espécie de invisível vivo, viram algo que está somente guardado na memória visual. 

Nas apresentações ao vivo a performance é levada para além da música. O grupo leva samplers, sintetizadores, textos e atuações para o palco, e assim torna presente a história que deseja contar sobre a história recente da cidade de Fortaleza.


// Dia 28 de Abril | Sábado
Aterrinho Praia dos Crush
00:00H | | Os Transacionais - Do Boqueirão ao Pé do Coco | Música

A FERTINHA, desde dezembro de 2011, realiza um diálogo musical com as noites da Praia de Iracema, convocando a todos para dançarem ao som de música brasileira contemporânea, clássicos do tropicalismo, samba, carimbó, tecnobrega, brega, pessoal do ceará, novos músicos cearenses, pop, funk, groove, samba-rock, afrobeat e até indie-rock, uma pluralidade de estilos e ritmos.

O coletivo é formado pelo quinteto de DJ's Bia Turri, Cé da Silva, Darwin Marinho, Estácio Facó e Erick Amorim. Nesses mais de cinco anos de existência, o projeto também realizou alguns diálogos com outros segmentos, espaços e atividades culturais da cidade como Festivais de Teatro, de Música, Carnaval e Reveillon de Fortaleza
entre outros.

Rua Tabajaras
00:00H | | Fertinha - Mambembe | Música

A FERTINHA, desde dezembro de 2011, realiza um diálogo musical com as noites da Praia de Iracema, convocando a todos para dançarem ao som de música brasileira contemporânea, clássicos do tropicalismo, samba, carimbó, tecnobrega, brega, pessoal do ceará, novos músicos cearenses, pop, funk, groove, samba-rock, afrobeat e até indie-rock, uma pluralidade de estilos e ritmos.

O coletivo é formado pelo quinteto de DJ's Bia Turri, Cé da Silva, Darwin Marinho, Estácio Facó e Erick Amorim. Nesses mais de cinco anos de existência, o projeto também realizou alguns diálogos com outros segmentos, espaços e atividades culturais da cidade como Festivais de Teatro, de Música, Carnaval e Reveillon de Fortaleza entre outros.

Ritmo Urbano
00:00H | | Pedro Falcão | Música

Da salsa ao baião, do pop às emboladas de coco, do litoral às entranhas do sertão, surge o projeto autoral do compositor Pedro Falcão, com o título do
primeiro CD parido e nomeado como Tecnologia Orgânica, em processo de produção pelo instrumentista e produtor Netinho de Sá.
O "Tecnologia Orgânica" propõe unidade sonora entre as raízes do Nordeste, com timbres orgânicos e arranjos sintetizados. Dá ênfase a interpretação do
compositor, que trata da capacidade humana de recriar e se reinventar.
Transitando entre o universo regional cearense e a música latina, Pedro que é nascido no Carirí e criado em Fortaleza, sobe aos palcos da cena  fortalezense com o projeto Pedro Falcão & Sertônica Band, com o objetivo de resignificar e fomentar o universo da música nordestina.

Arena Dragão do Mar
15:00H | | Brincando e Pintando no Dragão | Infantil

 No Brincando e Pintando, brincadeiras e atividades infantis para todas as idades são orientadas por monitores.

Arena Dragão do Mar
15:00H | | Oficina de Pintura Facial | Infantil

As crianças se divertem com as mais criativas pinturas faciais.

Arena Dragão do Mar
16:00H | | Mágico Éflem | Circo

Éflem tem como especialidade o show infantil, que é considerada uma das mais difíceis áreas de atuação artística pela classe profissional de mágicos, pois é preciso muito profissionalismo e empatia com o público para que tudo funcione perfeitamente. Seu show é repleto de artifícios visuais e cômicos que ajudam a manter a plateia infantil de olhos atentos do começo ao fim do espetáculo. O show é sempre interativo com os convidados e além de agradar ao público infantil também sempre surpreende aos adultos com seus números impossíveis.

Arena Dragão do Mar
17:00H | | Mesa Sobre Antônio Cândido | Literatura

Antonio Candido de Mello e Souza ou simplesmente Antonio Candido faleceu no ano passado. Em 2018 completaria cem anos. Legou-nos uma obra que abarca crítica e teoria da literatura, sociologia, antropologia, memória, biografias e interpretações do Brasil. Este conjunto de reflexões é alicerçado numa atitude tão simples quanto produtiva, que Candido aprendeu com alguns de seus professores na graduação em sociologia da USP no final dos
anos 1930 e início dos anos 1940: "o essencial é a concentração no texto, e não no que está antes ou depois". O texto a que ele se refere nesse trecho é o texto literário, mas algo semelhante vale também para ensaios, teses, artigos, fotografias, filmes e quadros, enfim, para qualquer tentativa de simbolização feita por seres humanos. Se vamos falar sobre algo que lemos, então é preciso ler escrupulosamente, com carinho e apreço, até que, após
sucessivas análises, algo possa ser dito a respeito do texto lido. Ler e reler incansavelmente é a regra de ouro do analista, diria Candido em determinado momento. Essa ética da arte de ler levou Candido a se pronunciar firmemente contra a censura e a violência. Ele, que ficou moço na ditadura Vargas e envelheceu na ditadura civil-militar; ele, que teve textos e revistas censuradas, amigos e colegas presos, torturados e exilados; ele, que soube enfrentar
com firmeza e inteligência as lutas que lhe coube lutar. No final dos anos 1970, Candido verificou a presença na vida nacional de certas "barragens ideológicas" que impediam de circular discursos a respeito de temas como a violência contra os pobres. Verificava também o quanto a defesa da violência contra os pobres e as massas era revestida fosse com "refinamento estético", fosse com demagogia, fosse com a ideia de que se tratava de fato consumado. Por tudo isso, tentaremos apresentar a obra de Antonio Candido como um todo, mostrando como na trajetória dele a leitura cuidadosa de textos levou a uma compreensão aguda dos principais dilemas brasileiros, dos quais a censura era (e é) um dos principais sintomas.

Ruas no entorno do Dragão do Mar
17:00H | DERIVA | Ítalo Campos | Arte Urbana

A relação de Deriva com o espaço urbano do Poço da Draga, e com os materiais da natureza, vêm do diálogo com a poética dos artistas visuais Lygia Clark e Hélio Oiticica. Em Deriva, Dança-instalação pensada para o Pavilhão Atlântico, os bailarinos constroem uma instalação sensorial aberta a participação do público com areia e água, materiais que dizem respeito à praia e ao mar. A instalação é fruto da pesquisa em BMC (Body Mind Centering) na região da Praia de Iracema durante o ano de 2016 pelo LAS - Laboratório Abrigos Sensíveis, grupo de pesquisa estética da Universidade Federal do Ceará. A pesquisa entendia o mar como um elemento que diz muito a respeito de Fortaleza, assim como o sangue e a água dizem muito a respeito do corpo.

 

Cinema do Dragão
17:30H | | Milou en Mai (Loucuras de uma Primavera) | Cinema

Em um casarão do sudoeste da França, cercado de vinhedos, a avó acaba de falecer. Estamos em maio de 1968. Apesar das greves, a família virá par o enterro. Milou, o neto da falecida, vai contra o resto da família que deseja vender a propriedade.
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Palco José Avelino
18:00H | | Kapitch Rap | Música

Kapitch Rap é poesia marginal na batida, formado por dois mc´s: Gabriel Victor ''Mago'' e Hugo Marcelo ''Hclap''. Vindos da periferia de fortaleza para o mundo do rap, trazem um universo consigo, suas músicas tem influências do bossa nova ao hardcore. A possibilidade de expressão emocional e corpórea através da música foi o que Hugo e Gabriel encontraram para não caírem em tristes estatisticas.
Desse modo, suas letras carregadas de atualidade e poesia, revelam um lado desconhecido dos mc´s. Conhecidos na cena underground do Hip-hop de Fortaleza, abriram shows para Realidade cruel, Criolo e Marechal.

Arena Dragão do Mar
18:00H | | Jorge Pieiro - Escreverler, os Caminhos da Escrita | Literatura

A criatividade anda sempre junta da imaginação. O trato com as palavras é uma das possibilidades de dar vazão a essas categorias subjetivas. A roda de conversa Os Caminhos da Escrita busca instigar a criação de narrativas a partir de uma conversa sobre os processos que a envolve. A estratégia de lances/palavras revelará as diversas relações de recepção, pelas quais emergirão afetos, lógica, memória e acaso, instigando todos a uma catarse
poética a ser conduzida pelo facilitador. Desde o início do ano 2000 e, mais recentemente, Jorge Pieiro conduz o Projeto EscrevLer, que busca similarmente a recepção de textos e a construção autoral de textos.

 

Teatro das Marias
18:00H | Tatiana Valente e Gabriela Jardim | Embaraçzada | Circo

Embaraçzada é uma tentativa de tornar-se grávida das emoções. Permitir que as sensações das vivências mais delicadas das relações possam atravessar os corpos a ponto de construir imagens cênicas dançantes. Dois corpos com seus inscritos pessoais, um emaranhado de fios e tecidos, uma imensidão
de possibilidades e o tempo. Direção Tatiana Valente e Gabriela Jardim.

Teatro Boca Rica
18:00H | Cia. Alysson Amâncio | Desatar | Dança

Mal das pernas Boca Seca
(des)monte um país
Convulsão
Trincheira
Sucumbe-nos
Tempos sombrios
Alimentar a indignação e a coragem.
A indignação para rejeitar as coisas ruins.
A coragem para mudá-las

Oca Maloca
18:30H | | Boi Juventude | Cultura Popular

O Boi Juventude é um grupo de tradições populares e natalinas e vem mantendo a tradição do bumba meu boi, historicamente realizando apresentação e ensaios uma vez por semana durante o ano todo e, em janeiro, realiza a matança do boi, referente ao dia de São Sebastião com cortejo batalha dos cordões azul e vermelho.

Palco José Avelino
18:50H | | Os Bardos | Música

Os Bardos vêm desde de 2015 produzindo música autoral e independente na Serra da Ibiapaba. Em 2016 conhecem o Estúdio Mangaio Cultural, situado na cidade de Tianguá-CE, onde iniciaram as gravações do seu primeiro disco, intitulado HUMANUM, e por meio do mesmo estúdio tiveram a oportunidade de fazer parte do movimento artístico que viria a se chamar Selo Mangaio. O conjunto é formado por quatro integrantes, Gegê Teófilo (piano e sintetizadores), Paulo Marcelo (Voz e Guitarra), Francisco Gustavo (Voz e Baixo) e Webert-San (Bateria e Percussões).
O primeiro álbum da Banda Os Bardos desponta no cenário atual da música brasileira como um vento fresco. Humanum é uma lufada de ar que desce da Serra da Ibiapaba forte, encorpada e certeira. O disco pode até falar do calor dos sertões e dos personagens que o povoam, mas olha por cima do ombro de gigantes - moradores de um olimpo insuspeito e heterogêneo: Luiz Gonzaga, Frank Zappa, Ednardo -, e o que essa mirada oferece é um passeio por imagens vívidas que apontam sempre para o inescapável tema da humanidade, em toda a sua glória e miséria. Humano, demasiado humano, diz o filósofo. O quarteto prefere ir pelo caminho menos racional, o da poesia, acreditando que acima do chão e abaixo do sol, nada é estranho. E nessas veredas, vai criando em Humanum um repertório de histórias que contam do homem comum e de sua dor encoberta. Seguindo em alguns pontos a tradição trovadoresca (como em A Morte da Bela Maria), Os Bardos costuram sua narrativa com uma linha rústica, quase como quem tece um gibão de vaqueiro, mas sem esquecer que, mesmo a peça mais utilitária precisa de enfeites brilhantes, como as estrelas de prata no chapéu de Corisco e Lampião. No disco, os astros reluzentes sobre o couro cru são os ricos elementos de jazz, música latina e dissonâncias que entremeam letras sustentadas por formas poéticas populares do Nordeste brasileiro. Uma sextilha aqui, uma quadra ali, e a armadura do bravo sertanejo vai se formando entre sons, silêncios, gritos de feira e cantorias de igreja. Armadura que pode ser uniforme de combate ou couraça contra as intempéries sociais de nossos dias. 
Os Bardos não fogem à luta em sua estréia. No álbum, o conteúdo político vem, como numa farsa de Ariano Suassuna, fantasiado de cenário pitoresco e distante de um sertão que não existe mais, idílico e infernal. Mas não se engane, ouvinte de Humanum: os personagens do drama somos eu e você, do mesmo jeito que as criações longínquas daquele outro bardo inglês do século XVI falam mais sobre nós do que fala o barulho incessante e ininteligível das redes sociais de nossos dias; loucura sem método.
Os desvalidos de Ao Capitão Corisco são a banda e nós a entoar canções em formas e ritmos que compõe nossa multifacetada identidade de brasileiros: o xaxado que vira maracatu e que culmina num frevo em Homogenesis (embalando uma letra que cheira à poética de Gilberto Gil); o fuzz no meio da feira de Fábrica Vida; o flerte com o reggae e o jazz em Presságio. Enfim. Humanum é quase barroco em seus detalhes de gravação e produção. É um altar sonoro pagão, fruto do imaginário da banda, sob a batuta de Paulo Sidnei Luz, o cérebro analógico à frente do selo
Mangaio.
Para arrematar a pintura - que bem poderia ser "Os Retirantes" de Portinari - o álbum conta com as articipações primorosas dos artistas locais Mestre Quincas, e sua eloquente rabeca na ode ao Capitão Corisco, e o violonista Hernandes Ninho que empresta um lirismo doído (como tudo que é verdadeiramente belo) a Homogenesis.

Alguém dirá que é loucura lançar música de cores tão regionais em tempos cuja palavra da ordem é o
apagamento das fronteiras culturais. O remédio para o descrente talvez seja lembrar que o regional é, na verdade, o
espelho do universal: aquilo que reflete o vasto mundo na miudeza do cotidiano, da cor local. A propósito da
empreitada da banda tianguaense, concluiria então aquele outro bardo, o inglês: loucura sim, mas tem seu método.

Palco Anfiteatro
19:00H | | Algarobas | Música

A banda nasceu em fevereiro de 2014 na cidade de Juazeiro do Norte, localizada no sertão neurastênico do Cariri cearense, busca em som autoral além do rock tradicional, unir e experimentar influências vindas do progressivo/post-rock/noise/eletrônico. Propõe também mesclar de forma clara ideias vindas do cinema, da poesia urbana e do regionalismo. Em seus 4 anos de existência fortalece o cenário autoral-caririense e agora tenta espalhar suas sementes por outras terras.
Alguns locais que a banda já tocou: CCBNB Cariri, CCBNB/Sousa-PB, Fundação Casa Grande em Nova Olinda/CE, Armazém do Som Sesc Juazeiro Do Norte, Música nas Férias Sesc Crato, Expocrato: Palco Sonoro, II Moto Fest em Iguatu/CE, CEU em Barbalha/CE, Roteiro Poético Boêmio na Praça Padre Cícero, Calourada da URCA, Calourada da UFCA, Feira Cariri Criativo na Reffsa do Crato. Bares em Juazeiro do Norte: Cangaço Rock Bar, Raul Rock Bar, Abutres e Armazém Kibebe, Casarão Boteco e Estação da Sé no Crato.
Em dezembro de 2016 lançamos nosso primeiro álbum o EP "A Estrada é longa e o caminho é deserto" contento 5 faixas. E atualmente estamos em fase de preparação para a gravação do segundo trabalho. Que será lançado no primeiro semestre de 2018 e continuará aprofundando cada vez mais na música experimental.

Ruas no entorno do Dragão do Mar
19:00H | #IssoNãoÉPixação | Vitor Grilo | Arte Urbana

Vitor Grilo é pixador desde os 12. Artista digital, fotógrafo e videomaker. Coordenador técnico do Festival Noia há 5 anos.

Ruas no entorno do Dragão do Mar
19:00H | Joaquina Carlos | Reza de Maria - Rua Viaduto Moreira da Rocha, 140 (Poço da Draga) | Teatro

O espetáculo consiste na história de Maria Alvina, uma personagem-boneca de aproximadamente 90 anos, que por meio de memórias e objetos compartilha seus conflitos e experiências enquanto remanescente do Povoado do Caldeirão de Santa Cruz do Deserto, uma comunidade fundada pelo líder messiânico beato José Lourenço na cidade do Crato e que existiu entre meados de 1926 e 1936.

Porto Dragão
19:00H | | Pequeña Ficción Política | Teatro

Ramiro está só, há mais de 15 anos em pequenas celas do Brasil. Não pode olhar seus algozes. As cúpulas de poder o consideram extremamente perigoso e o condenaram à prisão perpétua. Ramiro se encontrar num regime carcerário discplinar diferenciado, que o impede de ver a outros presos, que sua família o visite ou que saiba das notícias do mundo.

Palco José Avelino
19:20H | | LPO | Música

Cantor e compositor sobralense, o rapper Lype de Oliveira (LPO), teve sua primeira ligação com o hip hop no ano de 2008, quando ainda era dançarino de break na instituição social ABC onde se tornou b-boy. A partir dali teve a ideia de montar um grupo que alinhasse a dança e a musica em um espaço só. Desde então não parou, em 2009 formou dupla com um companheiro de break surgindo assim os BROTHERS chegando a gravar um CD com 10 faixas, o tempo passou e com as experiencias e amizades, conheceu Alyson que logo mais viria a integrar o grupo tornando o trio intitulado RLA uma parceria que durou cinco anos. Com o passar do tempo e o fim do trio, e a saida do Alyson, continuou o trabalho que iniciou antes na dupla com Ramon, só que dessa vez com outro nome, daí surgiu REVIRAVOLTA, inovando com uma mistura de rap e reggae, gravando apenas 7 faixas, a dupla durou apenas dois anos. E assim com o fim o recomeço, Lype inicia sua carreira solo, com um rap baseado em suas próprias experiencias e baseando-se também na vida humana. LPO lançou recentemente sua primeira Mixtape solo, intitulada : "Entre a Loucura e o Sonho".

Cinema do Dragão
19:30H | | Rogério Duarte o Tropikaoslista | Cinema

Rogério Duarte é um dos nomes mais importantes da Tropicália, movimento cultural brasileiro da década de 60. O artista plástico foi um dos primeiros a denunciar publicamente as torturas cometidas no regime militar. Durante a ditadura, a sua atuação política e seus feitos culturais mobilizaram muitos artistas e inspiraram toda uma geração.
 

Oca Maloca
19:45H | | Permissão Para Desmoronar | Circo

des·mo·ro·nar - Conjugar
verbo transitivo
1. Derribar (muros, paredes, muralhas).
verbo pronominal
2. Aluir, abater, cair com estrondo.
Todos os corpos caem com aceleração constante, uma vez que o efeito da aceleração gravitacional, ou seja, da gravidade em todos os corpos, à mesma altura, é igual.

 

Palco Praça Verde
20:00H | | ILYA | Música

Ilya vem se destacando na cena musical independente contando com várias parcerias ao longo de sua caminhada, fazendo dialogar música, teatro, dança e pintura em seus trabalhos. Atualmente é integrante do grupo Tripulantes da Sabiabarca e do DUO eletrônico Mantra Coité.

Em janeiro de 2018 a artista lançou seu primeiro single, apresentando para o público um pouco do trabalho que vem desenvolvendo há mais de dois anos. Canções de Mar, composição de Jose Rodrigues, é o Videoclipe que abre as portas para o disco de debut produzido por Daniel Groove e Claudio Mendes, com lançamento previsto para segundo semestre do mesmo ano.

Para o Maloca Dragão 2018 a artista lança seu segundo single Se Eu Saio e Você Dança, composição de Maria ó, gravado no projeto Porto Dragão Sessions onde teve a oportunidade de trabalhar junto com o produtor musical de Yuri Kalil e a equipe de audiovisual Marrevolto Filmes.

Acompanhada por Beto Gibbs (bateria), Rian Batista (baixo) e Claudio Mendes (violão) a cantora apresenta as músicas de seu primeiro álbum versando com o sotaque cearense um repertório que se dá por canções de compositores da nova cena da música independente brasileira somadas as suas próprias composições. Transcende a raiz e o ser brincante em uma atmosfera contemporânea explorando o olhar náufrago em direção a cidade, falando de encontros e relações que permeiam seus percursos e trajetórias.

Palco Draga Dragão
20:00H | | Os Alfazemas | Música

A banda de brega-rock Os Alfazemas vem agitando a cena musical cearense e chamando a atenção por interpretar canções tidas como bregas a partir de uma releitura mais moderna, intensa e transversal em termos de influências musicais. Formado em 2010, o grupo lança em 2018 seu segundo DVD
intitulado Tu!
Ao lançar seu novo DVD, a banda inaugura uma fase marcada pela mudança radical em alguns elementos de sua proposta. Tais deslocamentos conceituais são perceptíveis já a partir do abandono do visual tradicionalmente tropical de seus figurinos em detrimento de certa sobriedade nas cores e nos tons em peças inspiradas em tendências do movimento setentista e do movimento punk.
Musicalmente, a elaboração dos arranjos e a montagem do repertório talvez sejam os componentes mais inovadores na proposta do grupo, tendo em vista a introdução massiva de músicas inéditas no novo show! Todas as canções originais foram inspiradas em dramas amorosos e pessoais vividos ou
imaginados pelo vocalista e compositor dos Alfazemas, Adriano Uchôa. Dessa maneira, pode-se dizer que as músicas do disco Tu! trarão em suas letras certa carga dramática ao passo que tratam de temas como separação, idealização da pessoa amada e, claro, dor de cotovelo no mais alto nível.
O novo trabalho da banda cearense tem como objeto central os amores que bagunçam e, ao mesmo tempo, parecem conferir sentido às nossas vidas, de tal modo que acaba funcionando tal qual uma espécie de ode à tragédia amorosa. Tu! simboliza a personalização do amor dolorido na figura da pessoa amada, ou seja, Tu! é o eu que habita fora de si através de uma dinâmica romântica, poética e, ao mesmo tempo, frustrante.
 

Oca Maloca
20:00H | | Elementus | Circo

Os elementos percussivos, acompanhados por um beat de fundo fazem a sonoridade do espetáculo. Onde clavas e leques de fogo, bolas de contato, swings, saltos mortais por cima de cordas acessas e pelo meio de um anel flamejante, orquestrados com maestria levam ate o mais incrédulo dos personagens, a acreditar na capacidade de quem tenta, de quem cria, de nós mesmos seres pensantes.

Teatro Dragão do Mar
20:00H | | "Playback" - Teatro Suspenso (CE) | Teatro

Diversas vozes extraídas de programas de televisão, transmissões de rádio e vídeos da internet são dubladas pelos atores que questionam: quem são os sujeitos dos discursos que cruzam nossas bocas? A partir das influências midiáticas na produção de subjetividades, a peça se utiliza desse universo em sua estética com ações que se desdobram através de sobreposições entre corpos, vídeo e música.

Palco Rogaciano Leite Filho
20:10H | | Xavier FLM | Música

Nascido em Fortaleza- Ceará, Eduardo Xavier atua na área musical desde 2002, o mesmo abriu a primeira semana cultural do Ceará com show realizado pela rede Cuca, e vem construindo uma carreira bem conceituada na região local, produz suas próprias músicas, todas com letras autorais. O mesmo já participou de grandes eventos em Fortaleza como: abertura do show do rapper Felipe ret, abertura do show do grupo realidade cruel, apresentação no maloca dragão 2017, abertura do show do rapper paulistano Nocivo Shomom (no qual fez e vem fazendo grandes parcerias para 2018), entre outros.

Oca Maloca
20:40H | | Os Clownssicos da Palhaçaria | Circo

Os Clownssicos da Palhaçaria apresenta reprises clássicas com três palhaços que só se metem em enrascada. Pinguelão, Pipiu e Tramela aprontam uma atrás da outra. As cenas se desenrolam com muitas gags e números tradicionais do palhaço brasileiro.

Palco José Avelino
21:00H | | Caixeiros Viajantes | Música

Com o objetivo de produção da musical autoral, a banda Caixeiros Viajantes, formada em 2015 por Pedro Anderson Viajante, Jefferson Juan, Wilker Andrade e Jefferson Castro na cidade Fortaleza - Ceará, busca expressar os ideais de liberdades individuais e justiça social. Tudo isso conectado com um estilo e sonoridade particular caracterizada pela pluralidade rítmica tradicional nordestina e a autenticidade do rock.

Contemplada pelo edital "É Noiz, Perifa" do Centro Cultural Bom Jardim, o grupo recebeu orientação e produção de seu tutor Felipe Cazaux (MadMonkkes) durante o período dos meses de março, abril e maio de 2017. O processo resultou na criação do show e a conclusão do Ep "Luzes da Cidade" gravado no Cidrack Records por Jonathan Cidrack e lançado em julho pela programação do "É Noiz, Perifa".

O material está disponível em todas as plataformas digitais.
A banda já participou de festivais importantes como Festival da Juventude de Fortaleza, no qual, foi finalista. Também participou do Festival Noia, no qual, recebeu o prêmio de melhor música com a faixa "O Lobisomem do Jangurussu".
O intuito do grupo em 2018 é circular e potencializar o alcance do seu som. Além disso, agregar e fortalecer a formação de seu público.

Caixeiros Viajantes é o som com sotaque de uma Fortaleza real, acordes que acordam os que fecham os olhos por não quererem entender o que é a periferia. Iluminam a cidade invisível, aproximam o bairro onde nem todo mundo vai por se tratar do "vixe" e cantam a luta dos trabalhadores que vivem o drama do déficit habitacional.

Teatro das Marias
21:00H | Rogeane Oliveira | Peça Para Dias de Chuva | Teatro

A encenação aborda a relação do casal Maurício e Helena. Uma chuva, que cai do lado de fora, não promete livrá-los da culpa, mas intensifica a opressão que compartilham. Há uma janela em vias de despedaçar-se, símbolo de um possível acesso (ao outro?), porém os dois descobrem que já não há o que acessar e são condenados a espelharem-se entre si numa tentativa desesperada de significar algo.

Ruas no entorno do Dragão do Mar
21:00H | | Pela Força da Linha | Dança

"Pela força da linha" é um trabalho de celebrar o povo da rua na encruzilhada. As imagens construídas na encruza vão se fazendo entre o percurso cotidiano dos passantes e o ritual conduzido pelas interpretes. O tambor demarca o espaço físico e o corpo percorre o espaço da rua numa dança para
Exu. Dança de desconstrução, reconstrução, de energia, força e de caminho aberto, de confronto.

Teatro Boca Rica
21:00H | | Viração | Teatro

A ideia de índio que permeia o imaginário popular, cinco séculos após a ocupação portuguesa no Brasil, permanece como uma imagem-estereótipo de um ser mítico: um homem nu, bárbaro, não civilizado, uma figura homogeneizante deslocada do contexto de cada povo nativo existente no país. Em verdade, a existência dos povos indígenas brasileiros difere quase que totalmente dessas noções antiquadas.

Mas, afinal, o que é ser índio hoje? Viração é uma proposta cênica que se desenvolve sobre tal questão. 

Dançando justamente nossas noções burras sobre uma identidade indígena, mesmo que na tentativa de reavaliação de nossos preconceitos, brincamos de índio, e na tentativa desta viração deparamo-nos com espelhos que mostram nossos próprios (pré)conceitos sobre o que seria essa figura mítica a quem nos direcionamos. Com e por ironia, ao falar do outro é que, virados do avesso, nos enxergamos.

L'ô Restaurante
21:00H | | Lançamento da 2ª edição da Revista Dragão do Mar | Literatura

Publicação cujo objetivo primeiro é reunir o pensamento e o panorama mais amplo do que acontece em cultura no Ceará,

Palco Praça Verde
21:15H | | Procurando Kalu | Música

Criada em 2013 em Sobral. por Zeca, Rodrigo Brasil, Neirton Filho, Raul Xavier, Gegê Teófilo e George Friederick, a Procurando Kalu tem entre suas influencias a sensação musical e criativa da década de 70 através do experimentalismo da música brasileira (Como a Psicodelia Nordestina; Tropicalismo). 

Partindo da ousadia do Tropicalismo, passando pela diversidade musical do país em sua música tradicional popular, a banda cunhou um termo que pudesse identificar sua sonoridade: o Tropical Indie. Essa ideia perpassa todo o trabalho do grupo, das músicas aos figurinos, da escolha de ritmos à performance. O baião nordestino, o carimbó paraense, o brega abolerado, o rock experimental, a música árabe aqui se apresentam em roupas e cores, em corpo e movimento, em ritmos e canções, um pouco disso é experimentado no EP "Tá Na Cama", lançado pela banda em 2015.

Em 2016, a Procurando Kalu teve a oportunidade de iniciar a gravação de seu primeiro disco, "Tropical Indie", tendo o prazer de contar com a produção de Yury Kalil Alaia, o disco será composto por músicas inéditas, bem como as conhecidas e aclamadas pelo público de 4 anos de carreira. 

Diante da criação do Tropical Indie, a banda propõe o show "PsicoTropical" que vem criar, recriar, construir, desconstruir, transgredindo o gênero e levando para o palco a experiência de um show instalação com sua música florida e explosiva, colocando toda sua vibração na praça, como bomba atômica. 

Bomba essa que já explodiu em diversos palcos da cidade de Sobral, Fortaleza e na região do Cariri, como Grito Rock Sobral, Feira da Música Lab Sobral, Sobral ECOA Rock, quatro edições do Armazém do Som (SESC), Semana de Artes Cênicas, Praça da Juventude do Centro Cultural do Bom Jardim, Temporada de Arte Cearense do Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura, Audições de Finalistas do Lab Música 2016 e 2017 (Porto Iracema das Artes) e Maloca Dragão 2016, onde conseguiu aumentar consideravelmente seu público. 

A banda participou da estreia do projeto Sobral Cidade das Artes 2016, dividindo o palco com Mundo Livre S/A, no mesmo ano, a banda recebeu o título de melhor banda pelo júri popular no NOIA Festival 2016, seguindo com Conecta Festival e Feira da Música 2016. 

No ano de 2017, a banda iniciou mais um lugar de alcance, chegando ao Centro Cultural Banco do Nordeste - Cariri, também homenageando o compositor sobralense, Belchior, que veio a falecer no mesmo ano, a banda interpretou a canção "Como o Diabo Gosta" no show "Viva Belchior", junto a grandes artistas cearenses. Também integraram o line up do Festival Ponto.CE 2017 (edição Sobral e Fortaleza), da Virada Cultural de Sobral 2017, do XIII Festival Música da Ibiapaba, mais uma vez na Feira da Música, a banda teve a oportunidade de participar da categoria Show Business, recentemente. Subiram ao palco do SESC Sonoridades, juntamente à Silvero Pereira. 

Em 12 de Janeiro de 2018, a Procurando Kalu sobe ao palco com Nação Zumbi, estreando a "Café Paquistão", primeiro single lançado do já citado disco "Tropical Indie".

Palco Draga Dragão
21:30H | | Lagosta Bronzeada | Música

A Lagosta Bronzeada surgiu em 2000. Em parceria com a DS&A Produções atua no mercado do forró desde 2008, conquistando todos por onde passa. O sucesso da banda é resultado de um trabalho com muito profissionalismo e dedicação. A Lagosta Bronzeada apresenta um repertório de forró diferenciado, com músicas românticas e dançantes que encantam e conquistam um público fiel por todo Brasil, principalmente pela região Nordeste.

Dentre suas faixas musicais se destacam "Tatuagem", "Tudo ou Nada", "Louca de Saudade", "Solidão é Algo", além de grandes sucessos regravados de outros artistas, como "Frio da Solidão", "Janeiro a Janeiro" e "Solidão".

Em Agosto de 2015, a banda emplacou no cenário forrozeiro o mais novo sucesso "Só Deus Sabe", lançando em dezembro do mesmo ano o seu primeiro videoclipe na internet. Com estreia oficial em rede televisiva, em janeiro de 2016.

Palco Anfiteatro
22:00H | | O Power Trio de Cristiano Pinho | Música

Cristiano Pinho é um dos mais talentosos, criativos e versáteis guitarristas do Brasil. Natural de Viçosa do Ceará, Cristiano Pinho começou a tocar com 12 anos de idade. Graduou-se em Música na Universidade Estadual do Ceará (UECE).
Em 1988 estudou Harmonia e Improvisação na Escola Ian Guest de Aperfeiçoamento Musical, no Rio de Janeiro. De lá para cá o talento do músico ganhou reconhecimento nacional por enriquecer os discos e shows de cantores e compositores como Raimundo Fagner, Kátia Freitas, Fausto Nilo, Amelhinha, Ednardo, Dominguinhos, Oswaldinho, entre outros.
Multiinstrumentista, compositor, arranjador e produtor musical, Cristiano lançou em 1997 seu primeiro álbum instrumental solo, o elogiado "Pessoa". Desde então participou de inúmeros festivais de música instrumental, entre eles o Projeto Quarta da Cultura no Centro (CDL), o Festival BNB da Música Instrumental e o Festival Música na Ibiapaba, neste último sendo convidado também como professor. Cristiano Pinho participou também do
Festival de Jazz e Blues de Guaramiranga ao lado de nomes como João Donato, Leny Andrade, Leo Gandelman, André Christovam,
Lina Nyberg (Suécia) e Kenny Brown (EUA).
Cristiano Pinho integra a coletânea de música instrumental brasileira, intitulada "Brazilian Nigths", ao lado de Torquato Mariano, Vitor Biglione e Rildo Hora, lançada apenas nos Estados Unidos pela gravadora Vison. A revista Guitar Player publicou matéria especial com o guitarrista em fevereiro de 2004. Cristiano é o responsável pela trilha sonora do filme "O Amor Não Acaba às 15:30", do cineasta Marcus Moura, e foi produtor e arranjador da
música "Pra Não Dizer Que Não Falei Das Flores " (Geraldo Vandré), em versão gravada pelo cantor Fagner para integrar a trilha sonora da novela Cidadão Brasileiro, exibida pela TV Record.
Em abril de 2004 Cristiano tocou como músico convidado com a Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo, sob a regência do maestro Roberto Minczuk, na Sala São Paulo. Desde 1997 integra a banda do cantor e compositor Raimundo Fagner em suas turnês pelo Brasil e exterior, nas gravações de seus CDs e DVDs e em suas apresentações em programas de TV. Em 2008, foi responsável pela direção musical de seu álbum intitulado "Fortaleza", lançado pela gravadora Som Livre. 
Cristiano Pinho lançou seu em 2010 seu segundo álbum solo de música instrumental, intitulado "Cortejo", através do selo independente Ellemento, criado por ele e pela cantora Kátia Freitas para dinamizar suas produções. 
Em 2012, Cristiano foi vencedor, na categoria Música Cantada, do festival da Rádio Universitária da Fortaleza, tendo sido indicado para participar do festival nacional de música da ARPUB.
Em 2013, o artista conquistou a primeira colocação no IV Festival Nacional de Música da Associação das Rádios Públicas Brasileiras (ARPUB), com a canção "Relógio do Mundo", que, assim como outras 20 ganhadoras de festivais locais de outros Estados brasileiros, foi veiculada em rádios públicas de todo o Brasil para avaliação de júris técnico e popular.
Atualmente, Cristiano está no processo de finalização de seu novo disco "Infinito" e prepara o show "O Power Trio de Cristiano Pinho", evidenciando a influência do rock n ?roll em seu trabalho autoral e experimentando releituras de clássicos da música nordestina, brasileira e universal.

Teatro Dragão do Mar
22:00H | | "Solo de Barro Primordia" - Nivea Jorge e Viana Junior (Itapipoca/CE) | Teatro

O barro. Elemento sensorial e imagético. Mote para se configurar percursos de uma motricidade articular na construção do corpo como sujeito e objeto de arte. A fusão inserida numa sonoridade que reflete o eco da natureza humana ou inanimada através de uma organicidade mutua buscando o diálogo de (re)significância do "eu" ancestral. Oleiros dos saberes, fazeres e dos valores de uma herança cultural.

Ruas no entorno do Dragão do Mar
22:00H | | O Retorno a Juberlano - Porto Dragão | Teatro

Juberlano, lugar fantástico que abrigava narrativas e seres fabulosos criados por Chico da Silva. As texturas e camadas sígnicas de Chico são dispositivos em que se apoiam os intérpretes-criadores para compor o infinito universo particular sugerido nos quadros. Os objetos-dejetos da beira-do- mar do Pirambu navegam em cena. Seres-personagens. Espaço-tempo. Um inventário de memória e sensações.

Ruas no entorno do Dragão do Mar
22:00H | | Marlene: Dissecação do Corpo do Espetáculo - Teatro da Praia | Teatro

Histórias de dominação sobre a nossa subjetividade. Questões em torno da figura do artista. Teatros hegemonicamente constituídos como convenções. Cidades fora do mapa. Memória dos palcos e inúmeros fantasmas. Um universo de invocação dos mitos transmutado a uma profanação que aciona e narra as crises do fazer teatral no ocidente, produzindo na cena o termo Espetáculo como um corpo a ser dissecado.

Palco Praça Verde
22:30H | | Francisco, El Hombre | Música

?Somos as fronteiras que cruzei?, diz um dos versos da música intitulada ?Francisco, el Hombre?, que está no EP de estreia La Pachanga (2015), da banda francisco, el hombre. Talvez tal frase seja a que melhor representa o grupo formado pelos irmãos mexicanos Sebastián (bateria e voz) e Mateo Piracés-Ugarte (violão e voz) e pelos brasileiros Juliana Strassacapa (voz), Andrei Kozyreff (guitarra) e Rafael Gomes (baixo). Isso porque o quinteto encontra na estrada (e na vida cotidiana) as suas grandes inspirações, mas não só. Com letras em português e em espanhol, a  banda se tornou uma peça fundamental na conexão latino-americana. Em seus shows, coloca o público de língua portuguesa para cantar em espanhol e as pessoas de idioma latino para entoar as canções em português. Para eles, não há fronteira que não possa ser cruzada. 

O primeiro disco cheio da carreira, SOLTASBRUXA (2016), foi a peça que faltava para pavimentar o terreno para uma trajetória fértil. Desde o lançamento do álbum, no segundo semestre de 2016, foram 120 shows no Brasil e 30 apresentações internacionais, incluindo países como Cuba e México. Se o pé na estrada é garantido, a presença digital do grupo também é poderosa. Por meio de videoclipes superproduzidos, conquistou uma base engajada de fãs para além do mercado chamado indie.

Prova disso é o clipe da faixa ?triste, louca ou má?, que contabiliza mais de 4,5 milhões de views no YouTube da francisco, el hombre (assista aqui). A mesma música foi indicada ao Grammy Latino na categoria Melhor Canção em Língua Portuguesa e ainda virou trilha da novela global Do Outro Lado
do Paraíso.

O aumento no número de seguidores chamou a atenção dos principais festivais da América Latina, a exemplo do Lollapalooza Brasil e do mexicano Vive Latino (a banda está escalada na edição 2018 de ambos). A francisco, el hombre encerrou o ciclo de SOLTASBRUXA com o lançamento do clipe de ?tá com dólar, tá com deus? (assista aqui). Agora, um novo momento se inicia. Contemplado no edital Natural Musical, a banda prepara um novo disco para 2018.

E assim, a ?cada paso firme construye un nuevo andar?.

Oca Maloca
23:15H | | Radiola Sound System Feat Frank Luz | Música

O coletivo Radiola Sound System é um grupo musical que trata da cultura de rua, do movimento reggae e da cultura sound system. Atuante desde 2016
surgiu no bairro Mondubim, a Radiola Sound System é composta por 3 integrantes,FlauberFerreira,Lucas Santos e Tiago Nogueira e participação
especial de Frank Luz vocalista e produtor musical.
Em 2016 foi contemplado no edital de ocupação do CCBJ e em 2017 no edital Ação Jovem da Rede CUCA, a Radiola já circulou com seu sistema de som por diversos bairros de Fortaleza como a Messejana, Canidezinho, Bom Jardim, Mondubim, Parangaba,Centro Cultural Dragão do Mar, Kaipiras Bar, Reggae Club entre outros lugares. Além de atua com atividade formativo como a Conexão Sound.
 


// Dia 29 de Abril | Domingo
Aterrinho Praia dos Crush
00:00H | | Trovador Eletrônico - Tributo Ao Belchior | Música

Trovador Eletrônico é uma banda sobralense formada em Abril/2016 pelos integrantes João Marcos e Robson Lima que convidaram outros amigos músicos para um tributo ao disco Alucinação, de Belchior. 

O que seria apenas um curto projeto de homenagens ao conterrâneo sobralense tomou maiores proporções e a banda caiu na estrada fazendo mais de 20 apresentações no estado do Ceará e em estados vizinhos com o shows Canto Torto e Outros Cearenses. 

Destaque para apresentações nos importantes festivais Música na Ibiapaba, Festival Nordestino de Teatro em Guaramiranga, uma mini tour pelo sul do estado e Paraíba e uma bela apresentação no Teatro José de Alencar que foi destaque na mídia do estado. Em Janeiro de 2018 a banda participou da Noite Piscodelia do Sertão, no Anfiteatro do Centro Dragão do Mar, junto com Abidoral Jamacaru e Ave Sangria. Ocasião em que tocou suas primeiras composições autorais, que estão em processo de pré-produção.

Rua Tabajaras
00:00H | | Fliperama - Mambembe | Música
Ritmo Urbano
00:00H | | Dubaile | Música

A DUBAILE surgiu da reunião de uns amigos apaixonados por música brasileira com outros que se apaixonaram depois do primeiro ensaio.

Formada por Israel Gurgel (voz), Thales Aurelio (guitarra), Daniel Lima (guitarra e teclados), Caio Fares (baixo), Junior Quintela (bateria) e Igor Ribeiro (percussão), a banda é residente da festa CATIGURIA e é conhecida por botar fogo na pista com carimbó, frevo, samba, ska, reggae, cumbia e muito mais.

No repertório da DUBAILE tem Academia da Berlinda, Baiana System, Caetano Veloso, Curumin, Nação Zumbi, Dona Onete, Pinduca e um monte de coisa que faz o corpo tremer todinho.

É a pura malícia sonora. E é bom!

Arena Dragão do Mar
16:00H | | Oficina de Pintura Facial | Infantil

As crianças se divertem com as mais criativas pinturas faciais.

Arena Dragão do Mar
17:00H | | Julie Oliveira - Sarau Versos e Canções | Literatura

Versos e Canções é uma gentileza urbana idealizada por Patrick Lima e Julie Oliveira, objetivando a promoção da leitura, bem como a disseminação e a acessibilidade da arte. Essa iniciativa cultural surgiu em 2015 na cidade de Fortaleza/CE, ofertando semanalmente pocket shows e distribuindo gratuitamente balões e poemas escritos à mão. A intervenção lítero-musical nasceu do desejo de espalhar cotidianamente arte pelas ruas da cidade. Assim, por meio da poesia e música, trilhou-se este caminho. Atuando de forma itinerante, em 20152016 a intervenção urbana distribuiu gratuitamente 7.200 poemas e balões, realizou 27 pocket-shows em 52 semanas ininterruptas, sendo considerada a maior intervenção no estado do Ceará. Dentre os locais já contemplados pelo projeto, destacam-se a Praça do Ferreira, Praça da Imprensa, Praça Luiza Távora, Praça da Gentilândia, Bosque Moreira
Campos, Beira Mar de Fortaleza, Praça Portugal, dentre outros.

Oca Maloca
17:00H | | Fandango, a Nau Perdida | Cultura Popular

"Fandango, a nau perdida"apresenta por meio de dança/musica/teatro brincante a história de uma embarcação que se perde em alto mar e se encontra com uma embarcação moura. Esta montagem tem como foco o folguedo cearense Fandango também conhecido por marujada. O grupo utiliza música ao vivo trazendo no corpo a gestualidade em dança a partir da memória dos velhos pescadores e outras pesquisas do grupo.

Teatro Dragão do Mar
17:00H | | Iroko | Teatro

Próximo à árvore de Iroko existe uma aldeia e essa aldeia está passando por um terrível problema. Como tentativa de solucionar o problema as mulheres resolvem ir até a morada de Iroko e pedir para que ele as ajude. Iroko atende seus pedidos, mas acaba pedindo também algo em troca. Lenda de Origem africana que conta a história da primeira árvore plantada no mundo.

Cinema do Dragão
17:30H | | Mourir à trente ans (Morrer aos 30 anos) | Cinema

O filme é um documentário biográfico em preto e branco sobre Michel Racanati, um lider militante durante os protestos de maio de 68 em Paris
 

Palco José Avelino
18:00H | | Encefalo | Música

A banda Encéfalo foi formada em 2002, com ideias e influência ThrashDeath Metal, a banda em 2008 conseguiu gravar sua 1ª demo Destruction e após 4 anos em 2012 foi lançado o 1º Debut-Album Slave Of Pain. 
No mesmo ano a banda realizou a 1ª Tour pelo Brasil - Slave of Pain Tour com 7 shows em 4 estados no sul do Brasil. Em 2014 fez a 1ª Tour pela Europa - Die To Kill European Tour com 22 shows em 8 paises.
Em 2015 a banda lança seu 2ª album Die To Kill com bastante influência de Death Metal. Atualmente a Banda Encéfalo lançou seu 3ª álbum intitulado DeaThrone. A banda Encéfalo é composta atualmente pelos integrantes: Lailton Souza - Lead Guitar, Rodrigo Falconieri - Drums, Henrique Monteiro - Bass and Vocals.

Palco Anfiteatro
18:00H | | Vacilant | Música

Vacilant é um projeto de música eletrônica idealizado e construído pelo músico Yuri Costa. As músicas investigam as possibilidades rítmicas e dialoga com a experiência de uma paisagem fílmica por meio da música eletrônica; Vacilant é sobre se sentir deslocado e procurar um eixo. Há, desde a origem do que chamamos de mundo, a tentativa do homem de não se fazer esquecer, o medo inerente do desaparecimento. A memória como refúgio, o desejo de fazer de perpetuar as sensações, o sentido, a procura do que escapa. "Só me faça esquecer das coisas", segundo álbum da Vacilant, se encontra no entre a tentativa de permanência através da memória e da pulsação de esquecer.

Arena Dragão do Mar
18:00H | | Claviculário - Lançamento do Livro de Anna K Lima | Literatura

O livros Claviculário, primeiro livro solo da Escritora Cearense Anna K Lima, Publicado pela editora Aliás. Aliás. Um selo editorial formado por mulheres - de diferentes origens e saberes - que surgiu no mundo para produzir livros artesanais, zines e novos suportes para as literaturas. Aliás é a reunião de nove mulheres inspiradas e dispostas a criar novos suportes para textos e imagens literárias. Partindo da artesania e da produção de zines, nós
publicamos contos, crônicas, cartas, receitas, poesias e narrativas do cotidiano escritas exclusivamente por mulheres. São elas, as escritoras e as artistas, que nos inspiram, que movem nossos mundos, que desbravam horizontes perto de nossos olhos. Mulheres que encontraram expressões e potências na palavra escrita, sentida e falada. Partindo da artesania e da produção de fanzines, o selo editorial vai publicar contos, crônicas, poesias e
narrativas do cotidiano escritas exclusivamente por mulheres. O selo tem base em Fortaleza, Ceará, mas faz intercâmbio com Pernambuco, Bahia e Rio de Janeiro. Fazem parte do selo editorial a escritora Anna K Lima, a analista de mídias sociais Mariana Amorim, a administradora Ingrid Saraiva, a jornalista Isabel Costa, a ilustradora Jéssica Gabrielle Lima, a designer Dávila Pontes, a fotógrafa Bruna Sombra, a cineasta Taciana Oliveira e a
produtora Taís Bichara. Todas têm formações e áreas de atuação distintas. Com as potencialidades e saberes unidos, as nove mulheres resolveram entrar nessa empreitada. O intuito é produzir livros artesanais - escritos por mulheres cis ou trans - em pequenas tiragens. Diferentes técnicas e materiais serão utilizados para a confecção dos livros: costuras, sobreposição de papéis, aquarelas, colorações à mão, xilogravuras, carimbos. A
proposta do Aliás é agregar produzir livros travestidos em objetos estéticos. Cheias de pulsão, as integrantes estão em fase de conclusão da primeira obra do selo, que terá os detalhes divulgados em breve. A escolhida para a estreia é Nina Rizzi. Tradutora, escritora e poeta, ela já lançou livros e participou de antologias literárias. Agora, Nina, que é natural de São Paulo, embarca nessa aventura literária com outras nove mulheres. Além do trabalho de confecção de objetos literários, o Aliás objetiva realizar encontros, saraus, debates, exibições, conversas e diversas ações em equipamentos públicos e particulares. O selo editorial funcionará não apenas como um publicador, mas, sim, como um centro de pulsão e propulsão de movimentos literários.

Arena Dragão do Mar
18:00H | | A Rainha de Nada - Lançamento do E-book Interativo de Úrsula Avelino | Literatura

É de grande importância - tanto para a formação do caráter individual, quando do ser social - que a criança se familiarize com os livros desde o seu primeiro ano de vida. A leitura é uma das formas em que dispomos para a interação com o ambiente em que estamos inseridos e para a nossa compreensão do mundo. Por isso a contribuição da literatura infantil está presente no desenvolvimento social, emocional e cognitivo da criança. Apesar
da grande importância que a literatura exerce na vida da criança, seja no desenvolvimento emocional ou na capacidade de expressar melhor suas ideias em geral, de acordo com Eline Fernandes de Castro, elas não gostam de ler e fazem-no por obrigação. Mas afinal, por que isso acontece? Sabemos que o incentivo é a base para a aquisição de um habito de leitura sadio e agradável. O que se percebe é que a literatura, bem como toda a cultura criadora e
questionadora, não está sendo explorada como deve nas escolas e isto ocorre em grande parte, pela pouca informação dos responsáveis Num mundo tão cheio de tecnologias em que se vive, onde todas as informações ou notícias, músicas, jogos, filmes, podem ser trocados por e-mails, cd's e dvd's o lugar do livro parece ter sido esquecido. Mas não é bem assim, a tecnologia está a nosso favor nessa luta cotidiana pelo interesse infantil a literatura.Os e-books também podem ser utilizados nas escolas e nas universidades, no ensino e na aprendizagem a distância, na educação de crianças, adolescentes e adultos. 

Arena Dragão do Mar
18:00H | | 7Dayz - Lançamento do Fanzine de Vitor Batista | Literatura

Lançamento fanzine 7Dayz com tiragem limitada de 100 exemplares vendidos e assinados pelo autor que comemora 15 anos da produção dos quadrinhos cearenses publicados por vitor Batista no começo da década passada quando ainda se voltava pra casa a pé de madrugada. Reeditados as primeiras edições do fanzine com material inédito compilam uma publicação de quase 100 páginas de histórias em quadrinhos sobre o submundo de nossa
forte praia cidade.

Ruas no entorno do Dragão do Mar
18:00H | | Gente de Lá - Teatro Boca Rica | Dança

A proposta consiste numa ação cênica em dança a partir da investigação do corpo roleta-russa na Plataforma Afrontamento. Busca-se, a partir desse corpo negro-favelado- urbano interligar resistências, pensar os territórios, violências e os circuitos subjetivos de segregação étnico-racial- espacial na cidade. Gente de lá é exercício para um disparo.

Porto Dragão
18:30H | Coletivo Atuantes Em Cena | Cardinal | Teatro

Cardinal é uma mulher que abandona o seu cotidiano após refletir sobre sua condição humana. Nessa manifestação, ela recorre a si, como tem sido vista diante da sociedade em que está inserida, sua personalidade dita - cuja degredada diante do dito - cujo normal. Abandonada, declama suas questões mergulhadas em gritos de dores. Optou varrer as noites pensando.

Palco Rogaciano Leite Filho
18:50H | | Ankerkeria | Música

Um protótipo da banda tomou forma em meados de 2010, com Joice Lopes e Deivde Souza, velhos conhecidos no meio do metal undergorund.

Em 2016 o projeto saiu do papel e deu seu ponta pé inicial com o clipe do single (Blessed Be Thy Shame) que foi muito bem recebido pela mídia especializada no brasil e exterior.

Em seguida no mesmo ano lançou mais um clipe de um novo single (Trace Of Disgrace), captado do show no lendário Forcaos que aconteceu no anfiteatro Dragão do Mar.

2017 foi o ano de composição e nova formação da banda para o primeiro cd, com a entrada do já consagrado guitarrista Felipe Facó que dirige e produz o disco com toda sua experiência e conhecimento como copista e arranjador da Orquestra da UECE.

O disco é uma belissima mistura de Neo clássico e death metal moderno com pitadas de outras vertentes do metal, Intitulado"Matriarch"
está no processo de gravação e seu aguardado lançamento está estimado para o segundo semestre deste ano.

Palco Praça Verde
19:00H | | Getúlio Abelha | Música

Após serem sequestradas por um fanático religioso, Getúlio Abelha e suas bailarinas se unem com uma  banda para apresentar a Corta Fogo tour. Sucessos do forró e baixarias autorais serão apresentados ao vivo com muito fogo no sangue e imagens fortíssimas do pacto feito para o alastramento do gayzismo no mundo. 

Palco Draga Dragão
19:00H | | Bukét, O Fabuloso | Música

Nascido no Uíge-Angola, Buket Rhymes como também conhecido de O Fabuloso, é um letrista de mais de 3 estilos musicais. Atualmente no Brasil vivendo a música. Que seja bem-vindo o recomeço a partir do Brasil.

Oca Maloca
19:00H | | Empoderamento Feminino | Circo

O fogo foi a maior conquista do ser humano na pré-história. A partir desta conquista o homem aprendeu a utilizar a força do fogo em seu proveito, extraindo a energia dos materiais da natureza ou moldando a natureza em seu benefício e descrever como se desenvolveu a história dessa manipulação nas artes do fogo é um ato tão ousado quanto o de domar leões. Para que se possa encontrar uma definição exata de uma atração singular, repleta de pluralidades, é necessário que se esqueça de fórmulas matemáticas e, tal como um contorcionista, se torne-o mais flexível quanto lhe seja possível. Com a ideia de levar ao público toda a magia do malabarismo, performance e pirofagia montamos um espetáculo que junta os três elementos em um só número.

Teatro das Marias
19:00H | | Uma Dança Para Meus Pesares | Dança

Maria Epinefrina e Wellington Fonseca apresentam Uma Dança Para Meus Pesares, um duo que persiste na tentativa de dançar um corpo em resistência, os intérpretes insistem em continuar seu percurso investigado na movimentação, repercutem-se numa dança desesperada na busca de uma cura para suas mazelas. A gente tá sempre se levantando e levantando o outro assim como caindo e cuidando.

Ruas no entorno do Dragão do Mar
19:00H | | Urubus | Teatro

Transpirado do texto O Palácio dos Urubus, de Ricardo Meirelles, devorando sua problemática poético-política, assumimos aqui uma ação para nosso tempo, uma espécie de agitprop da perplexidade. O que pensar da nossa cidade, da nossa política? Quem são hoje os urubus? Quem são as carniças? e os urubus-carniça? Esta peça quer pensar o insidioso e estúpido ódio atual. Sejam bem vindos à corte real!

Teatro da Praia
19:00H | - Thomas Saunders e Henrique Castro(CE) | REGinger | Dança

Ao rebobinar sua vida, Ginger relata acontecimentos da vida underground das bichas fortalezenses. Entre movimentos, o retorno dos traumas tornam-se potência para gestos, objetos e dança contemporânea. Do íntimo a festa-de-si, assumindo as referências de sua existência, os performers e o
público compõe um campo semântico como poetry sound de resistência.

Cinema do Dragão
19:30H | | Mai 68: Un étrange printemps (Maio de 68 uma estranha primavera) | Cinema

Maio de 1968: A França está em meio a uma revolução. Este documentário entrevista pessoas que participaram ativamente desse momento histórico e remonta alguns dos seus acontecimentos mais importantes, assim como seus desdobramentos nos dias de hoje.
 

Oca Maloca
19:30H | | Compilação de Números | Circo
Palco José Avelino
19:40H | | Faixa de Gaza | Música

Dando continuidade a ideia dos ex-membros da OPOSIÇÃO REPRIMIDA, Jorge Matagato e Nathan, de tocar o hardcore mais rápido e bruto do mundo, o FAIXA DE GAZA, depois de anos, finalmente saiu do papel contando com Isaac,Elton e Jefter (vocal, guitarra e baixo, respectivamente) e com a lenda da brutalidade Jorge Matagato na bateria. Após algumas mudanças na formação, a banda se solidificou com a entrada de Juninho na guitarra e Henrique no baixo. A proposta é tocar hardcore/crust com letras que abordam temas políticos/libertários e questões sociais. Com 10 anos de existência e prestes a lançar seu primeiro full, a banda mostra em suas apresentações toda energia latente do punk/hardcore.

Teatro Dragão do Mar
20:00H | | Entrelinhas - Coletivo Ponto Art (BA) | Teatro

O espetáculo "Entre Linhas" tem como temática central as diversas expressões da violência contra a mulher, através de um diálogo tridimensional entre espaço (interno e externo), tempo (passado e presente) e ideologia (machismo e feminismo). Sua construção cênica, alicerçada por uma alvenaria sincrônica entre corpo, movimento e sons, expõe a violência de ordem psicológica, emocional e sexual, e denuncia o processo cultural de silenciamento do discurso feminino desde sua formação até os dias atuais, apesar das conquistas sociopolíticas significativas, por uma sociedade
machista, escravocrata e misógina.
Ao longo do espetáculo é possível mergulhar com crueza nas feridas e cicatrizes desse sistema opressor naturalizado que mutila milhões de mulheres no Brasil e no mundo, e inverte os papeis de vítima e algoz. O intenso e simbiótico trabalho de corpo alia-se a diversos elementos cênicos para compor uma partitura dramatúrgica com uma maior riqueza de detalhes e referências históricas (a máscara de flandres - usada pela lendária escrava Anastácia nas sessões de tortura pelo seu senhor, o sutiã - utensílio simbólico da liberdade feminina na década de 60 - e o salto alto, símbolo de poder e independência da mulher na contemporaneidade, são alguns exemplos).

"Entre Linhas" é um manifesto dilacerante, empoderador e urgente, que nos coloca por inteiro na ferida histórica de uma sociedade conservadora e hipócrita educada desde sempre para colonizar a existência feminina pela domesticação, subalternidade e violência do corpo, dos desejos e das vontades alheias.

"É um silêncio agudo que ecoa nelas, por elas e igualdade do direito de todos".

Ruas no entorno do Dragão do Mar
20:00H | | Navalha na Carne - Teatro Boca Rica | Teatro

Navalha na Carne, peça mais encenada de Plínio Marcos, relata a história de três personagens em um quarto de bordel: a prostituta Neusa Suely, o Cafetão Vado e o empregado homossexual Veludo. Eles evidenciam aspectos da condição humana e sentimentos que emergem da realidade de seres tão à margem, que não os vemos diante das nossas limitações.

Palco Draga Dragão
20:10H | | Padero MC | Música

O Show do Padero MC fará uma volta no tempo e apresentará desde canções que foram o pontapé inicial para seu solo às canções contemporâneas e trabalhos atuais que vem desenvolvendo. Como seu mais novo trabalho que se chama "Na Raça", um EP com 6 músicas inéditas, sendo que uma delas foi lançada no laboratório do Porto Iracema das Artes, onde fico em quinto lugar na grande final do Edital, entre centenas de inscritos.

A Ideia é que dentro da apresentação musical mostre passo a passo, quais foram os caminhos e as musicas que foram abrindo os caminhos para
o trabalho ter o destaque e o Respeito no que tem hoje no cenário hip hop.
Um passeio no tempo sobre Realidades comuns a de milhões de jovens oriundos das periferias que venceram os estereótipos, paradigmas e estatísticas que insistem em tragar as mentes dos menos informados, definitivamente uma luz de liberdade aos olhos de quem está preso no submundo do crime, das drogas e da pobreza, um raio de esperança pra encorajar qualquer pessoa que se encontra nos guetos e favelas de Fortaleza ao caminho da cidadania mesmo em meia tantas dificuldades.

Palco Praça Verde
20:20H | | Silvero Pereira perto do mar, longe da cruz ( Participação Linn da Quebrada, Mulher Barbada e Valéria Houston e Verónica Valenttino ) | Música

O artista convida para uma noite sensacional ao lado de seus amigos! Músicas de hoje e de sempre serão tocadas e celebradas com muito brilho. Uma apresentação para ficar marcada na memória.

Oca Maloca
20:20H | | Bom Apetite | Circo

Bom Apetite é um espaço de brincadeira, um espetáculo aberto, para todas as idades, jogos e cumplicidade marcam o compasso na orquestra que formam
público e palhaço, e rindo de si mesmos, trazem a tona o que todos nós temos de mais irreverente, descontraído e ingênuo. No ?cardápio? da peça, tem
música, mágica, malabarismo, jogos coletivos e naturalmente, muito humor.

Palco Rogaciano Leite Filho
20:30H | | Facada | Música

O Facada toca grindcore. Simples. Rápido, pesado, cru, sem experimentalismos, sem frescura, sem viagens sonoras, sem hypes ou modas, sem alegria, sem cultuar ninguém, sem dar satisfação a ninguém, sem breakdowns, sem vocais limpos, sem falsa amizade nem falso discurso. Sinta-se à vontade para não gostar. Se não gostar faça o favor de não nos visitar ou ouvir nossos sons.
O Facada surgiu em 2003 com James (baixo e voz), Ari (guitarra) e D'angelo (bateria). Com a proposta de fazer um som intenso e furioso, escolheu o grindcore para fazer isso. Em pouco tempo, a banda foi ficando conhecida que seu primeiro show foi em Natal (RN).
Em 2004 lançou sua primeira demo, sendo muito bem recebida pelos críticos musicais e mídia especializada, fazendo muitos shows pelo Norte e Nordeste para divulgá-la. Bahia, Sergipe, Piauí, Rio Grande do Norte, Maranhão, Pará e Paraíba Estados já puderam presenciar a energia da banda ao vivo.
Em 2006, lançam seu primeiro álbum chamado "Indigesto", que é logo seguida de uma turnê de 20 dias pelo Centro-Oeste, Sudeste e Sul do país (Brasília, Goiânia, São Paulo e Paraná), sendo inclusive a última banda a tocar no Gordo Freak Show (extinto programa da MTV apresentado por João Gordo). Com a ida de Ari pra Alemanha (que não saiu da banda), passaram o ano descansando.
Em 2009 gravaram seu novo trabalho, chamado de "O Joio". O disco que foi lançado em 2010, foi mixado na Suécia e foi lançado por 4 gravadoras. Na turnê do disco viajou por todo o Brasil, participando de importantes Festivais como Feira da Música, DoSol (onde foi gravado um DVD), Abril Pro Rock (Recife/PE), Verdurada(SP), Suiça Bahiana (Vitória da Coquista/BA), Festival Mundo (João Pessoa/PB), Palco do Rock (Salvador/BA) e Até o Tucupi (Manaus/AM).
Em 2013 a banda completa 10 anos e muitas coisas aconteceram para a banda: o lançamento do seu 3o. disco, chamado Nadir em CD (Black Hole Productions) e em Vinil (Laja Records, Nerve Altar e EveryDayHate Records); o relançamento em 7" em vinil da sua demo; o relançamento europeu d'O Joio pelo selo polonês EveryDayHate Records.
No ano de 2014 já tocaram em Manaus, Belém, no Festival Rock Cordel (Fortaleza), Headbanger's Attack e Porão do Rock (Brasília), Rio de Janeiro e no Festival Exhale the Sound em Minas e no Festival Ponto.Ce.
O Facada já tocou com Obituary, Cannibal Corpse, Testament, RDP, Misfists, DFC, ROT, Cólera e muitas outras bandas do cenário nacional e internacional.
Para 2016/2017 o vídeo clip da música Amanhã vai ser pior foi lançado, além de um disco de covers (chamado Nenhum Puto de Atitude lançado pela Laja Records e pelo selo polonês EveryDayHate terá músicas de várias bandas brasileiras e estrageiras, além de um split com a banda grega Stheno, o relançamento do disco Indigesto (Pecúlio Discos) e o próximo Full da banda (chamado Quebrante) pela Black Hole Productions. Neste ano já tocou no Festival Garage Sounds (CE), no Psica Festival (Belém/PA) e no Laja Fest (São Paulo/Espírito Santo). Para o ano de 2018, será o lançamento do novo disco de inéditas chamado Quebrante que já está gravado. O Facada é hoje: James (baixo/vocais), Danyel (guitarras), Dangelo (bateria) e Ari (guitarra/overseas)

 

Arena Dragão do Mar
21:00H | | Guerreiras - Porto Dragão | Teatro

GUERREIRAS é sobre nós, GUERREIRAS somos nós e as que nos antecederam. Tem sido apresentado em terreiros de comunidades de resistência, terras indígenas e assentamentos, lugares que me trouxeram o desejo e a urgência da criação desse trabalho. Desenvolvido dentro do Laboratório de Dança do Porto Iracema das Artes - 2016 e contemplado no Edital de Artes da Secultfor - 2016 na categoria montagem.
 

Arena Dragão do Mar
21:00H | | Altíssimo Pedro Vilela - Teatro da Praia | Teatro
Muros do Dragão do Mar
21:00H | RGB Trick | Ivna Lundgren | Arte Urbana

O projeto "RGB Trick" propõe trazer um impactante vídeo mapping durante a programação do Festival Maloca em uma das paredes externas que compõem o Centro Cultural Dragão do Mar. A intervenção proposta na superfície branca vazada ganhará vida com cores provenientes de vídeos remixados e imagens feitas pela artista. Elementos étnicos e geométricos, texturas abstratas em movimento e cores vibrantes característicos do seu trabalho serão projetados nesta estrutura externa e remixados ao vivo. A artista visual pretende com esta intervenção impactar por seu conteúdo e localização privilegiada devido sua visibilidade. Espera-se que não apenas visitante do Centro de Cultural depare-se com tal intervenção mas que seja vista desde os arredores do Dragão do Mar.

Palco José Avelino
21:20H | | Richie Ramone | Música

Com turnê marcada para passar por diversos países da América Latina, Richie Ramone desembarca em solo brasileiro no mês de abril. O ex-baterista dos Ramones volta ao País pela terceira vez com um show que promete muita energia e mescla músicas de sua carreira solo e diversos clássicos da icônica banda de punk rock.

Os fãs de Londrina, no interior do Paraná, darão as boas vindas a Richie, no dia 26 de abril. O show será realizado no Bar Valentino. Da região Sul ele segue direto ao Nordeste, para participar do festival April pro Rock, em Recife (PE), no dia 27. São Luis, no Maranhão, é a próxima parada no dia 28, onde o Ramone toca no Fanzine. Já no dia seguinte o punkrocker se apresenta em Fortaleza (CE), na Maloca 2018.

Do Nordeste Richie Ramone desce o mapa  para se despedir dos brasileiros em Jaraguá do Sul (SC), no dia 30/04, no Piratas Rock Bar.

O músico, então, segue rumo a Argentina, depois Uruguai e, por fim, ao Chile. Contando os shows no Brasil, a turnê terá 14 apresentações, encerrando no dia 20 de maio de 2018. Aos 60 anos de idade, Richie é conhecido como o baterista mais rápido e técnico que fez parte dos Ramones. Não por acaso, seus shows são conhecidos pela intensidade e energia que ele leva ao palco, junto com a baixista Clare Misstake e os guitarristas Steve Haley e Ben Reagan. A atenção dispensada e sinergia com o público também são características que chamam a atenção dos fãs.

O último trabalho de Richie Ramone foi o álbum Cellophane, lançado em 2016. É o segundo da carreira solo do músico que em 2013 lançou o disco Entitled.

O baterista e cantor se tornou membro da banda Ramones em 1983, após a saída de Marky Ramone. Até 1987 participou da gravação de 3 álbuns: Too Tough to Dide (1984), Animal Boy (1986) e Halfway to Sanity (1987). Além da técnica apurada e velocidade na bateria, Richie se destacou por também cantar em algumas músicas, como Warth Hog e Freak of Nature.

Palco Draga Dragão
21:20H | | Rincon Sapiência | Música

Rincon Sapiência apresenta o seu primeiro e tão elogiado álbum ?Galanga Livre? em um show que reflete o conceito afrofuturista presente em sua obra de estreia. O rapper sobe aos palcos acompanhado da sua banda e do DJ Mista Luba, combinação que promete oferecer ao público uma sonoridade única e envolvente. Recém-chegado de sua primeira turnê europeia, quando se apresentou na Inglaterra, Espanha, Irlanda, Suecia, França e Portugal, no novo show Rincon Sapiência também investe em elementos visuais inspirados no álbum, com cenografia asinada por Elka Andrello, que compõe uma experiência sinestésica poderosa junto com a música.

Aprimorando a originalidade de suas composições, já marcadas por influências do rock e das músicas africana, eletrônica e jamaicana, no novo disco o rapper revela maturidade poética e musical em 11 faixas e mais duas bônus tracks. Tido como um dos destaques do ano no cenário musical brasileiro, "Galanga Livre" rendeu a Rincon Sapiência três troféus do Prêmio Multishow 2017 nas categorias "Artista Revelação", "Melhor Produção" e "Melhor Capa", liderando as indicações do Superjúri ao lado de Chico Buarque, além de figurar na lista da APCA entre os 25 melhores álbuns nacionais do primeiro semestre. A notória negritude que distingue o trabalho de estreia do Mc paulistano se faz sentir nos ritmos, que vão desde a capoeira até o blues, passando pelo coco e pela tropicália, até o afrobeat, permeadas pela sua veia rock and roll característica. Lançado em dezembro de 2016, o videoclipe de "Ponta de Lança" já alcançou mais de 9 milhões de visualizações no Youtube e rendeu elogios do consagrado ator francês Vincent Cassel.  

Palco Anfiteatro
21:30H | | Mandacaru Jazz | Música

Com o propósito de reunir numa mesma formação alguns dos maiores artistas da cena musical contemporânea cearense, surge a Mandacaru Jazz ? que traz, desde o próprio nome da banda, uma alusão explícita à fusão de elementos musicais que não conhecem barreira de tempo, geração ou território.
Formada por Carlinhos Patriolino (violão e bandolim) e Márcio Resende (flauta e sax), Miquéias dos Santos (contrabaixo) e Thiago Almeida (teclados), Vitório Cavalcante (bateria) e Igor Ribeiro (percussão), a Mandacaru Jazz conta com a participação nos vocais de Nayra Costa e, como esta cantora de voz firme e afinada, sabe muito bem a que veio.
Trazendo um repertório instrumental autoral (Carlinhos Patriolino e Márcio Resende), a banda passeia pelo que há de mais significativo dentre os clássicos do jazz, da bossa, do samba e do choro, com uma releitura singular que conta com o talento e o virtuosismo desse coletivo de músicos.
Coletivo de músicos que carrega na bagagem uma experiência de formação e trabalho por terras estrangeiras: Carlinhos por Portugal, França e Espanha; Márcio Resende pelos EUA; Miquéias por Bruxelas; Vitório pela Espanha; Igor por Polônia e Bélgica ? mas também pelo Brasil, participando de festivais, encontros, acompanhando músicos e cantoras e cantores conhecidos e renomados, quer do âmbito da música
instrumental, quer da MBP dentre outros gêneros. Thiago Almeida foi prêmio revelação do Festival Mimo, em Recife, e Nayra Costa, por sua vez, finalista do concurso The Voice Brasil.
A Mandacaru Jazz, em 2018, começa assim sua trajetória e sua performance com a participação no Kriolo Jazz, em Cabo Verde. Ensejando levar não só o que de melhor há na música (popular brasileira e não brasileira) como compartilhar o que a cultura alencarina produz com seu jeito próprio de articular o novo e o antigo, com sua capacidade de realizar trocas com outras culturas, com a sua singularidade de ser mas de sempre estar pronta a tornar-se.

Palco Praça Verde
21:40H | | Soledad | Música

Nascida em Fortaleza, Soledad desenvolve um trabalho híbrido, que vai da composição à interpretação, dos palcos de teatro à militância feminista. Considerada uma das novas vozes da música brasileira pelo jornal Folha de São Paulo e pela revista GQ, a cantora busca descobrir e resgatar com liberdade estilos musicais distintos, como num laboratório de experimentos sonoros, onde as influências e sonoridades são diluídas com muita sutileza e elegância. Para a Maloca, ela chega apresentando seu novo single, "De manhã, logo cedo", criado pelo compositor Juliano Gauche e produzido por Daniel Ganjaman, através do programa Porto Dragão Sessions, da aceleradora de projetos artísticos Porto Dragão, do Instituto Dragão do Mar.

Palco Praça Verde
23:00H | | Letrux | Música

Letícia Novaes, tijucana da gema, compõe, interpreta, atua, desenha e escreve há anos luz no cenário independente brasileiro. Capitaneou durante dez anos a banda Letuce, ao lado de Lucas Vasconcellos e juntos, fizeram história nos inícios dos anos 2000 em diante, com músicas e sonoridades peculiares, ácidas, teatrais e sentimentais. "Plano de Fuga pra Cima dos Outros e de Mim" (2009); "Manja Perene" (2012); "Estilhaça" (2015), foram os três discos lançado, além dos covers (ou couves). Como atriz já participou de filmes, stand-up comedy e seriados. Como escritora já foi colunista do Segundo Caderno, escreveu para zines e sites e lançou seu primeiro livro, Zaralha - abri minha pasta, em 2015 pela Editora Guarda Chuva. Neste ano, estreou carreira solo, com o álbum "Letrux em Noite de Climão", pelo selo Joia Moderna, vencedor como Melhor Disco do Ano pelo Super Júri do Prêmio
Multishow 2017 e recebeu uma onda de elogios da crítica especializada. No repertório estão as músicas autorais e inéditas, como o primeiro single de trabalho, "Coisa Banho de Mar" e "Puro Disfarce", que nas gravações contou com a participação de Marina Lima.

Palco Praça Verde
23:00H | | Makina Kandela | Música
Oca Maloca
23:00H | Vênus | Nara Hope | Música
Ruas no entorno do Dragão do Mar
23:00H | | Rara - Porto Dragão | Dança

1.1. Sinopse:
Atlas tropeça e deixa o universo desabar revelando um vazio-pleno. Esse espaço é um campo de expansão e tudo vibra nas suas ondulações. Nesta
batelada de movimentos ternários, os extremos se encontram no infinito e recriam o não-conhecido ou o sistema das semelhanças. Perder o lugar da
fronteira. Balbuciar a linguagem. Diminuir a distância dos anos-luz.